A surdez, tinnitus e a Tecnologia
Já não me lembro exatamente quando, mas provavelmente na década de oitenta comecei a ouvir um zumbido que aparecia e desaparecia, principalmente no silêncio da noite. Incomodava e foi aumentando, no lado esquerdo, uma frequência, duas, mais e mais na faixa alta. Naturalmente procurei o apoio de médicos e fiz alguns exames. Parei com um consolo de uma médica: “quando perdesse totalmente a audição o barulho desapareceria”...
O barulho, que aprendi ter um nome estranho “tinnitus” (ZUMBIDO), aumentou, agora do lado direito os sons graves, no lado esquerdo os agudos e no centro o maestro comandando a barulheira permanente.
De três anos para cá a perda de audição acelerou e assim cresce a esperança de mais cedo ou tarde deixar no passado a companhia de uma orquestra indesejável.
Quando o problema começou procurei informações com as limitações da época. Mais tarde, com a internet, a notícia de que na Europa faziam pesquisas e já produziam alguns aparelhos experimentais gerou expectativas, que praticamente esquecemos.
Aprende-se a viver de qualquer jeito...
Felizmente muitos povos valorizam a pesquisa, desenvolvimento e produção de soluções. Ótimo! A esperança não morre.
Com satisfação vi (só agora) na “Revista Corpore” (Que barulho é esse?, 2011) que os zumbidos, afetando 17% da população mundial (percentual que talvez aumente com o crescimento da expectativa de vida), motivando indústrias e especialistas no assunto, pode ter cura. Os diagnósticos estão se aprimorando assim como as soluções. Que maravilha!
Preocupante, contudo, é notar que nosso povo despreza (ou desconhece) causas e efeitos desse pesadelo. Não temos cuidados com a poluição sonora, exceto em indústrias onde o tema é levado a sério. Estranhamente o que vale dentro das empresas é totalmente desprezado do lado de fora, o que talvez explique parte do volume de lesionados no nosso planetinha, pois o Brasil não é exceção.
Aqui em Curitiba, uma cidade que se diz ecológica, a situação chega a ser absurda, pois na região central temos muitos hospitais, maternidades, clínicas, imóveis residenciais etc., tudo isso sem qualquer restrição à realização de comemorações tremendamente barulhentas, quando buzinas se associam a fogos de artifício para festejar qualquer coisa, sem contar com o dia a dia em que motores produzem gases e ruídos absurdos.
Tanto a surdez quanto o tinnitus podem ser evitados ou corrigidos, dependendo de recursos técnicos e financeiros do paciente e acessibilidade à boa orientação. Não podemos, contudo, esquecer que não é difícil servirmos de cobaias ou simplesmente fonte de renda nas mãos de profissionais insensíveis. Assim é importante procurar assistência com extremo critério, pois um diagnóstico equivocado dificilmente matará, mas poderá infernizar o resto da vida.
Navegando na internet, após a leitura da reportagem citada “Que barulho é esse”, descobrimos alguns portais interessantes [ (About ATA), (Cida Queirós) etc.] que poderão eventualmente ajudar pessoas em condições de procurar bons centros clínicos.
A realidade é que, desejando qualidade de vida, precisamos mudar comportamentos arraigados em nossa cultura assim como aprender muito sobre a vida saudável, algo absolutamente necessário a quem desejar chegar à terceira idade em condições de aproveitá-la ao máximo.
Cascaes
11.3.2012
About ATA. (s.d.). Acesso em 11 de 3 de 2012, disponível em American Tinnitus Association - ATA: http://www.ata.org/about-ata
Cida Queirós, E. F. (s.d.). Acesso em 5 de 3 de 2012, disponível em Zumbido: só quem tem, sabe o que é!: http://zumbido-tinnitus.blogspot.com/
Philippi, F. F. (s.d.). ZUMBIDO. Acesso em 11 de 3 de 2012, disponível em FO - Fundação Otorrinolaringologia: http://www.forl.org.br/pdf/seminarios/seminario_45.pdf
Pires, T. (2011). Que barulho é esse? Revista Corpore(30), 66, 67.
Mirante da Sustentabilidade e Meio Ambiente
Alertar para a necessidade de vigilância contra as grandes catástrofes, sejam ela naturais ou conseqüência do comportamento humano, e a importância da Sustentabilidade e cuidados com o Meio Ambiente
terça-feira, 13 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Quintal acolhedor para os pássaros
Nada como poder ouvir o canto dos pássaros no quintal de casa. Para se ter esta maravilha da natureza basta transformar o seu quintal em um local atrativo para eles. Veja a seguir 10 dicas publicadas pela revista 'Vida Simples' para transformar seu jardim e conquistar os pássaros da redondeza.
1. Instale a bandeja do comedouro em altura suficiente para que não possa ser acessada por intrusos como cães, gatos e outros.
2. Escolha um local próximo a uma árvore para que os pássaros tenham sombra e um ponto de abrigo.
3. Água, arroz, migalhas de pão, sementes e frutas podem fazer parte do cardápio. Abacate, mamão, banana e goiaba estão entre as frutas mais apreciadas.
4. Uma vez iniciada, a prática de oferecer alimentos não deve ser interrompida abruptamente. Principalmente nas cidades, os visitantes se acostumam com o alimento fácil à disposição e podem sofrer com a falta.
5. Higienizar bem o comedouro e eventuais recipientes é muito importante. As garrafinhas com água e açúcar para beija-flores exigem atenção especial. É preciso lavá-las semanalmente com água e cloro, além de trocar a água todos os dias.
6. Ter um quintal ou mesmo um canteiro já é o suficiente para plantar uma árvore frutífera que vai atrair os pássaros. Pitangueira, abacateiro, goiabeira, ameixeira e amoreira são algumas boas opções.
7. Mesmo a varanda de um apartamento pode ser um espaço propício para a visita de pássaros. A dica é ter um arbusto frutífero ou florífero em um vaso.
8. Beija-flores gostam de espécies floríferas como escova-de-garrafa, grevílea-anã, ipê e sanquésia, por exemplo.
9. Uma grevílea-anã em flor corresponde ao mesmo que uma garrafinha de água com açúcar por dia. Generosa, ela floresce quase o ano todo.
10. A arborização de parques, avenidas e jardins públicos pode ser feita com espécies que atraem os pássaros. Cada um pode influenciar no destino da vizinhança e do bairro para transformar a cidade em um ambiente mais amigo dos pássaros.
Algumas árvores frutíferas e as espécies de pássaros que elas atraem:
Acerola: atrai sanhaços, saíras, sabiás
Abacateiro: atrai sabiás, sanhaços, jacus, pica-paus
Amoreira: atrai sabiás, sanhaços, bem-te-vis, saíras
Bananeira: atrai tico-ticos, sanhaços, sabiás, saíras
Cajueiro: atrai sabiás, sanhaços, saíras, periquitos, papagaios
Caquizeiro: atrai saíras, sabiás, bem-te-vis
Figueira: atrai tucanos, periquitos, jacus tico-ticos, tangarás
Gabirobeira: atrai sanhaços, sabiás, saíras
Goiabeira: atrai periquitos, sanhaços, sabiás, tiés, saíras
Jabuticabeira: atrai periquitos, sanhaços, saíras, sabiás
Mamoeiro: atrai tucanos, sabiás, sanhaços, pica-paus
Pitangueira: atrai sabiás, bem-te-vis, jacus, saíras, arapongas
(Fonte: Vida Simples)
1. Instale a bandeja do comedouro em altura suficiente para que não possa ser acessada por intrusos como cães, gatos e outros.
2. Escolha um local próximo a uma árvore para que os pássaros tenham sombra e um ponto de abrigo.
3. Água, arroz, migalhas de pão, sementes e frutas podem fazer parte do cardápio. Abacate, mamão, banana e goiaba estão entre as frutas mais apreciadas.
4. Uma vez iniciada, a prática de oferecer alimentos não deve ser interrompida abruptamente. Principalmente nas cidades, os visitantes se acostumam com o alimento fácil à disposição e podem sofrer com a falta.
5. Higienizar bem o comedouro e eventuais recipientes é muito importante. As garrafinhas com água e açúcar para beija-flores exigem atenção especial. É preciso lavá-las semanalmente com água e cloro, além de trocar a água todos os dias.
6. Ter um quintal ou mesmo um canteiro já é o suficiente para plantar uma árvore frutífera que vai atrair os pássaros. Pitangueira, abacateiro, goiabeira, ameixeira e amoreira são algumas boas opções.
7. Mesmo a varanda de um apartamento pode ser um espaço propício para a visita de pássaros. A dica é ter um arbusto frutífero ou florífero em um vaso.
8. Beija-flores gostam de espécies floríferas como escova-de-garrafa, grevílea-anã, ipê e sanquésia, por exemplo.
9. Uma grevílea-anã em flor corresponde ao mesmo que uma garrafinha de água com açúcar por dia. Generosa, ela floresce quase o ano todo.
10. A arborização de parques, avenidas e jardins públicos pode ser feita com espécies que atraem os pássaros. Cada um pode influenciar no destino da vizinhança e do bairro para transformar a cidade em um ambiente mais amigo dos pássaros.
Algumas árvores frutíferas e as espécies de pássaros que elas atraem:
Acerola: atrai sanhaços, saíras, sabiás
Abacateiro: atrai sabiás, sanhaços, jacus, pica-paus
Amoreira: atrai sabiás, sanhaços, bem-te-vis, saíras
Bananeira: atrai tico-ticos, sanhaços, sabiás, saíras
Cajueiro: atrai sabiás, sanhaços, saíras, periquitos, papagaios
Caquizeiro: atrai saíras, sabiás, bem-te-vis
Figueira: atrai tucanos, periquitos, jacus tico-ticos, tangarás
Gabirobeira: atrai sanhaços, sabiás, saíras
Goiabeira: atrai periquitos, sanhaços, sabiás, tiés, saíras
Jabuticabeira: atrai periquitos, sanhaços, saíras, sabiás
Mamoeiro: atrai tucanos, sabiás, sanhaços, pica-paus
Pitangueira: atrai sabiás, bem-te-vis, jacus, saíras, arapongas
(Fonte: Vida Simples)
domingo, 5 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Uso múltiplo das águas, cheias e secas – Meio Ambiente, ANA e ANEEL
Um cenário que se repete ano a ano e que irrita diante da omissão criminosa dos Governos (em todos os níveis) é saber que temos brasileiros submetidos, a maior parte deles, à violência das águas por excesso ou falta desse líquido precioso quando bem usado..
A raiva aumenta quando observamos as prioridades e programas de obras, a preocupação mórbida do Banco Central em seguir uma estratégia infeliz de combate à inflação (inibindo investimentos importantes) e a mediocridade de lideranças políticas e corporativas diante do pesadelo que um Brasil tropical está sujeito, mas que poderia ser minimizado se houvesse vontade, determinação e competência. Aliás, sobre a atuação dos Bancos Centrais vale a pena ver o filme (Trabalho Interno), imperdível para quem quiser entender uma dinâmica que no Brasil tem sua forma específica de agir.
Sabemos que muito pode e deve ser feito para se garantir a segurança dos brasileiros, mais ainda quando muitas concessões (usinas hidroelétricas) estão prestes a vencer, ou seja, é o momento de formular e discutir reformas importantes e obras complementares.
Aprendemos muito em momentos terríveis.
Na diretoria de Operação da Copel enfrentamos uma enchente assustadora na década de noventa. Por sorte ela coincidiu com uma reunião do pessoal que cuida dos rios em Curitiba entre a Eletrosul e a Copel. Apesar de inúmeros doutores no assunto só abrimos as comportas no último minuto, ainda com hesitação dos operadores... As informações meteorológicas eram precárias, mas a frente de instabilidade passara antes pelo Rio Grande do Sul, possibilitando uma antevisão do que teríamos aqui.
Isso motivou muitas coisas, desde a utilização de relatórios quase instantâneos graças à competência do pessoal de Informática da Copel até a proposta, adiante, da criação do que viria a ser o SIMEPAR (SIMEPAR - Tecnologia e Informações Ambientais), isso sem falar na revisão do sistema de telecomunicações que era insuficiente diante do potencial que se abria com as fibras óticas, assim como uma revisão das normas operacionais para a Usina Governador Bento Munhoz da Rocha Netto (COPEL).
Ou seja, aos poucos descobrimos os limites, virtudes e defeitos da tecnocracia da empresa, assim como o tremendo potencial que a Engenharia permitia e não era usada.
Teremos revisões de concessões e a passividade de determinadas agências, ministérios e secretarias precisam mudar, interagindo com o Poder Político e a sociedade civil organizada e criando propostas melhores, mais ajustadas às nossas necessidades.
O Brasil possibilita grandes, médios e pequenos projetos a favor de sua segurança e maior produtividade. Escrevemos nesse espaço, Paraná Político, o artigo “Pesadelos com bons paliativos”. Muitos outros poderão ser produzidos, contando histórias que vivemos pessoalmente em diversos cenários.
Um livro que merece ser lido, valendo pelo registro das mudanças brutais do clima e do nível dos oceanos, entre outras coisas, é (Uma breve História do Mundo). A pergunta que devemos fazer é: seremos passivos?
O Brasil está investindo pesado em obras nem sempre prioritárias, algumas polêmicas e caras, como, por exemplo, a preparação do país para a Copa do Mundo de 2014. Até parece que estamos em 1950, quando o Mundo estava quebrado e os brasileiros desperdiçaram muito dinheiro...
Às vítimas das secas e enchentes perguntamos se já ouviram falar da ANA (Agência Nacional de Águas - ANA) e ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica - ANEEL); se conhecem a fundo as atribuições dos órgãos de Defesa Civil e Meio Ambiente; se imaginaram que poderiam estar em situação melhor se houvéssemos priorizado nossas necessidades, em vez de dar atenção excessiva a propostas oportunistas de ONGs e fundações externas ao Brasil, além de modismos irresponsáveis?
Sendo de Santa Catarina e de Blumenau vimos em desespero de causa o desinteresse de políticos e tecnocratas na formulação e defesa de projetos que poderiam reduzir a violência das enchentes. Só quem morou ou vive em lugares perigosos sabe quanto pode significar um centímetro a mais ou a menos no nível das águas, informações objetivas e boa engenharia. Parece que nosso povo catarinense começa a reagir. E no resto do Brasil, como enfrentaremos o século 21 e a possibilidade de mudança em perfis hidrológicos, clima etc.?
Cascaes
4.1.2012
(s.d.). Fonte: Agência Nacional de Águas - ANA: http://www2.ana.gov.br/Paginas/default.aspx
(s.d.). Fonte: Agencia Nacional de Energia Elétrica - ANEEL: http://www.aneel.gov.br/
(s.d.). Fonte: SIMEPAR - Tecnologia e Informações Ambientais: http://www.simepar.br/
Blainey, G. (s.d.). Uma breve História do Mundo (2 ed.). Fundamento Educacional.
Cascaes, J. C. (s.d.). Trabalho Interno. Fonte: Livros e Filmes Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com/2012/01/trabalho-interno.html
COPEL. (s.d.). Usina Bento Munhoz da Rocha Netto. Fonte: COPEL: http://www.copel.com/hpcopel/root/nivel2.jsp?endereco=%2Fhpcopel%2Froot%2Fpagcopel2.nsf%2F044b34faa7cc1143032570bd0059aa29%2Fe307f2c9b2edc56303257412004fdb91
A raiva aumenta quando observamos as prioridades e programas de obras, a preocupação mórbida do Banco Central em seguir uma estratégia infeliz de combate à inflação (inibindo investimentos importantes) e a mediocridade de lideranças políticas e corporativas diante do pesadelo que um Brasil tropical está sujeito, mas que poderia ser minimizado se houvesse vontade, determinação e competência. Aliás, sobre a atuação dos Bancos Centrais vale a pena ver o filme (Trabalho Interno), imperdível para quem quiser entender uma dinâmica que no Brasil tem sua forma específica de agir.
Sabemos que muito pode e deve ser feito para se garantir a segurança dos brasileiros, mais ainda quando muitas concessões (usinas hidroelétricas) estão prestes a vencer, ou seja, é o momento de formular e discutir reformas importantes e obras complementares.
Aprendemos muito em momentos terríveis.
Na diretoria de Operação da Copel enfrentamos uma enchente assustadora na década de noventa. Por sorte ela coincidiu com uma reunião do pessoal que cuida dos rios em Curitiba entre a Eletrosul e a Copel. Apesar de inúmeros doutores no assunto só abrimos as comportas no último minuto, ainda com hesitação dos operadores... As informações meteorológicas eram precárias, mas a frente de instabilidade passara antes pelo Rio Grande do Sul, possibilitando uma antevisão do que teríamos aqui.
Isso motivou muitas coisas, desde a utilização de relatórios quase instantâneos graças à competência do pessoal de Informática da Copel até a proposta, adiante, da criação do que viria a ser o SIMEPAR (SIMEPAR - Tecnologia e Informações Ambientais), isso sem falar na revisão do sistema de telecomunicações que era insuficiente diante do potencial que se abria com as fibras óticas, assim como uma revisão das normas operacionais para a Usina Governador Bento Munhoz da Rocha Netto (COPEL).
Ou seja, aos poucos descobrimos os limites, virtudes e defeitos da tecnocracia da empresa, assim como o tremendo potencial que a Engenharia permitia e não era usada.
Teremos revisões de concessões e a passividade de determinadas agências, ministérios e secretarias precisam mudar, interagindo com o Poder Político e a sociedade civil organizada e criando propostas melhores, mais ajustadas às nossas necessidades.
O Brasil possibilita grandes, médios e pequenos projetos a favor de sua segurança e maior produtividade. Escrevemos nesse espaço, Paraná Político, o artigo “Pesadelos com bons paliativos”. Muitos outros poderão ser produzidos, contando histórias que vivemos pessoalmente em diversos cenários.
Um livro que merece ser lido, valendo pelo registro das mudanças brutais do clima e do nível dos oceanos, entre outras coisas, é (Uma breve História do Mundo). A pergunta que devemos fazer é: seremos passivos?
O Brasil está investindo pesado em obras nem sempre prioritárias, algumas polêmicas e caras, como, por exemplo, a preparação do país para a Copa do Mundo de 2014. Até parece que estamos em 1950, quando o Mundo estava quebrado e os brasileiros desperdiçaram muito dinheiro...
Às vítimas das secas e enchentes perguntamos se já ouviram falar da ANA (Agência Nacional de Águas - ANA) e ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica - ANEEL); se conhecem a fundo as atribuições dos órgãos de Defesa Civil e Meio Ambiente; se imaginaram que poderiam estar em situação melhor se houvéssemos priorizado nossas necessidades, em vez de dar atenção excessiva a propostas oportunistas de ONGs e fundações externas ao Brasil, além de modismos irresponsáveis?
Sendo de Santa Catarina e de Blumenau vimos em desespero de causa o desinteresse de políticos e tecnocratas na formulação e defesa de projetos que poderiam reduzir a violência das enchentes. Só quem morou ou vive em lugares perigosos sabe quanto pode significar um centímetro a mais ou a menos no nível das águas, informações objetivas e boa engenharia. Parece que nosso povo catarinense começa a reagir. E no resto do Brasil, como enfrentaremos o século 21 e a possibilidade de mudança em perfis hidrológicos, clima etc.?
Cascaes
4.1.2012
(s.d.). Fonte: Agência Nacional de Águas - ANA: http://www2.ana.gov.br/Paginas/default.aspx
(s.d.). Fonte: Agencia Nacional de Energia Elétrica - ANEEL: http://www.aneel.gov.br/
(s.d.). Fonte: SIMEPAR - Tecnologia e Informações Ambientais: http://www.simepar.br/
Blainey, G. (s.d.). Uma breve História do Mundo (2 ed.). Fundamento Educacional.
Cascaes, J. C. (s.d.). Trabalho Interno. Fonte: Livros e Filmes Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com/2012/01/trabalho-interno.html
COPEL. (s.d.). Usina Bento Munhoz da Rocha Netto. Fonte: COPEL: http://www.copel.com/hpcopel/root/nivel2.jsp?endereco=%2Fhpcopel%2Froot%2Fpagcopel2.nsf%2F044b34faa7cc1143032570bd0059aa29%2Fe307f2c9b2edc56303257412004fdb91
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
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