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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Dicas do Dr. Décio Michelis Jr.- importante



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000 Crônicas da Sustentabilidade 2011 (3ª edição revista e ampliada)


32 Governança Corporativa e Sustentabilidade    Novo!!!
32 Governança Corporativa e Sustentabilidade.ppt
32 Governança Corporativa e Sustentabilidade.pptx


31 Desafios e perspectivas à implementação de tecnologias inteligentes no Brasil    Novo!!!
31 Desafios e perspectivas à implementação de tecnologias inteligentes no Brasil.doc (complemento)
31 Desafios e perspectivas à implementação de tecnologias inteligentes no Brasil.ppt
31 Desafios e perspectivas à implementação de tecnologias inteligentes no Brasil.pptx


30 Investimentos e Perspectivas para a Transmissão e a Distribuição na Copa    Novo!!!
30 Investimentos e Perspectivas para a Transmissão e a Distribuição na Copa.ppt
30 Investimentos e Perspectivas para a Transmissão e a Distribuição na Copa.pptx


29 Mudanças Climáticas e Eficiência Energética    Novo!!!
29 Mudanças Climáticas e Eficiência Energética.ppt
29 Mudanças Climáticas e Eficiência Energética.pptx


28 31a SIPAT EDEVP Preservação do Meio Ambiente    Novo!!!
28 31a SIPAT EDEVP Preservação do Meio Ambiente.ppt
28 31a SIPAT EDEVP Preservação do Meio Ambiente.pptx


27 Tipologias Energéticas    Novo!!!
27 Tipologias Energéticas.ppt
27 Tipologias Energéticas.pptx


26 Áreas Protegidas e Compensação Ambiental
26 REDE ENERGIA VIEX COMP AMB 2011.ppt
26 REDE ENERGIA VIEX COMP AMB 2011.pptx


25 Gerenciamento de Contratos e Riscos nos Leilões de Energia de Fontes Alternativa
25 REDE ENERGIA IQPC BIOMASS 2011.ppt
25 REDE ENERGIA IQPC BIOMASS 2011.pptx


24 O Polêmico Novo Código Florestal, Desenvolvimento e Sustentabilidade
24 REDE ENERGIA UMAPAZ COD FLORESTAL 2011.ppt
24 REDE ENERGIA UMAPAZ COD FLORESTAL 2011.pptx


23 Setor Elétrico e Mudanças Climáticas
23 REDE ENERGIA POLI SEB E MUD CLIMATICAS 2011.ppt
23 REDE ENERGIA POLI SEB E MUD CLIMATICAS 2011.pptx


22 Superação de Entraves no Licenciamento Ambiental de UHEs e PCHs e Reflexos do Fim da Reservação de Água
22 REDE ENERGIA ENERGY SUMMIT 2011.ppt
22 REDE ENERGIA ENERGY SUMMIT 2011.pptx


21 Gerenciamento ambiental e oportunidades aos negócios da empresa
21 REDE ENERGIA COMPLIANCE AMB 2011.ppt
21 REDE ENERGIA COMPLIANCE AMB 2011.pptx


20 Adaptação às Mudanças Climáticas
20 ABTCP ADAPTACAO MUD CLIMA 2011.ppt
20 ABTCP ADAPTACAO MUD CLIMA 2011.pptx


19 Sustentabilidade: como empreendimentos hidrelétricos bons se tornam ruins 
19 ALL ABOUT SUSTENT 2011.ppt
19 ALL ABOUT SUSTENT 2011.pptx


18 Sustentabilidade e Economia de Carbono
18 ALL ABOUT CARBONO 2011.ppt
18 ALL ABOUT CARBONO 2011.pptx


17 As Vantagens e Desvantagens da Construção de Usinas Fio d’Água
17 UHEs FIO DAGUA 2011.ppt
17 UHEs FIO DAGUA 2011.pptx


16 Um Olhar Sistêmico da Matriz Energética e da Concorrência Entre Fontes e as Conseqüências Para o seu Planejamento Estratégico
16 MATRIZ ENERG 2011.ppt
16 MATRIZ ENERG 2011.pptx


15 Processo de Licenciamento Ambiental em Hidrelétricas: Como Administrar os Entraves Característicos desse Setor que Podem Atrasar o Andamento dos Empreendimentos
15 LICENC AMB 2011.ppt
15 LICENC AMB 2011.pptx


14 Práticas Socioambientais no Setor Energético – Programas de Eficiência Energética para Baixa Renda
14 AMBIENTA RSE 2011.ppt
14 AMBIENTA RSE 2011.pptx


13 A Tríplice Fronteira da Sustentabilidade no Agronegócio
13 GAL 2011.ppt
http://www.4shared.com/document/NWf5V_ZX/13_GAL_2011.html
13 GAL 2011.pptx
http://www.4shared.com/file/XHgf382d/13_GAL_2011.html


12 Projeções e oportunidades para pequenas e médias centrais hidrelétricas
12 BNAMERICAS PCH 2011.ppt
12 BNAMERICAS PCH 2011.pptx


11 PCHs: Sustentabilidade, licenciamento, mercado de carbono, código florestal e mudanças climáticas
11 PCH 2011.ppt
11 PCH 2011.pptx


10 PorandubaS & Migalhas Energéticas
10 ENERCON 2011.ppt
10 ENERCON 2011.pptx


09 A Economia Verde na Visão do Setor Elétrico
09 ECONOMIA VERDE 2011.ppt
09 ECONOMIA VERDE 2011.pptx


08 Preservação da equação de equilíbrio dos contratos de concessão para remuneração dos investimentos
08 NORMAS CONTABEIS 2011.ppt
08 NORMAS CONTABEIS 2011.pptx


07 Novas formas de fazer negócios a partir das redes inteligentes
07 SMART GRID 2011 Complemento.doc
07 SMART GRID 2011.ppt
07 SMART GRID 2011.pptx


06 Gestão Ambiental e Meio Ambiente
06 UNIESP 2011.ppt
06 UNIESP 2011.pptx


05 Reflexos na Economia da Revisão do Código Florestal no Setor de Energia Elétrica
05 COD FLORESTAL 2011.ppt
05 COD FLORESTAL 2011.pptx


04 Como aplicar e desenvolver projetos de crédito de carbono no setor elétrico de acordo com as decisões tomadas na COP-16
04 IIR CONTRATOS 2011.ppt
04 IIR CONTRATOS 2011.pptx


03 Impactos ambientais da termogeração a gás natural e sua relação com a sustentabilidade
03 THERMAL LATAM 2011.ppt
03 THERMAL LATAM 2011.pptx


02 Sustentabilidade: como empreendimentos bons se tornam ruins
02 HYDRO ENERGY LATAM 2011.ppt
02 HYDRO ENERGY LATAM 2011.pptx


01 As Mudanças climáticas e o controle no licenciamento ambiental dos empreendimentos
01 DIREITO AMB 2011.ppt
01 DIREITO AMB 2011.pptx





003 Gestão da defesa do interesse nacional na matriz energética brasileira
003 GESTAO DEFESA INTERESSE NACIONAL MATRIZ ENERGETICA BRASIL 2010 Apresent.pdf
http://www.4shared.com/document/DBIsCskD/003_GESTAO_DEFESA_INTERESSE_NA.html
003 GESTAO DEFESA INTERESSE NACIONAL MATRIZ ENERGETICA BRASIL 2010.pdf
http://www.4shared.com/document/b9oH759u/003_GESTAO_DEFESA_INTERESSE_NA.html


002 A evolução crescente dos custos socioambientais e a viabilidade econômica das usinas de geração hidrelétrica
002 CUSTOS SOCIOAMB E A VIABIL ECONOMICA DAS USINAS 2008 Apresent.pdf
http://www.4shared.com/document/d0dNtA_A/002_CUSTOS_SOCIOAMB_E_A_VIABIL.html
002 CUSTOS SOCIOAMB E A VIABIL ECONOMICA DAS USINAS 2008.pdf
http://www.4shared.com/document/4QB8rSu6/002_CUSTOS_SOCIOAMB_E_A_VIABIL.html


001 Revisão Tarifária Extraordinária decorrente de significativo desequilíbrio econômico-financeiro por aumento de custos socioambientais não gerenciáveis
001 REV TARIFARIA EXTRAORDINARIA AUMENTO CUSTOS AMB 2007.pdf
001 REV TARIFARIA EXTRAORDINARIA AUMENTO CUSTOS AMB 2007.ppt

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Um grande asteroide passando por perto

A sobrevivência da Humanidade de forma harmônica e crescente (qualidade, segurança) depende das Ciências Exatas e extrema competência de nossas lideranças.
Quanto o Brasil, por exemplo, investe a seu favor?
Laboratórios?
Cientistas?
Leiam e pensem no que significaria um choque entre a Terra e o asteroide
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/asteroide-vai-passar-perto-da-terra.html

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Polução Sonora







Da Wikipédia
A poluição sonora é o efeito provocado pela difusão do som num tom demasiado alto, sendo o mesmo muito acima do tolerável pelos organismos vivos, no meio ambiente. Dependendo da sua intensidade, causa danos irreversíveis nos seres humanos.
Índice [esconder]
1 Definição
2 Poluição sonora urbana
3 Características principais
4 Prevenção de problemas causados por ruídos e outros sons poluentes
[editar]Definição

O som é definido como a compressão mecânica ou onda mecânica que se propaga de forma circuncêntrica em meios que tenham massa e elasticidade sejam eles sólidos, líquidos ou gasosos.
Os sons de qualquer natureza podem tornar-se insuportáveis quando emitidos em grande "volume", neste caso, o mais correto é dizer-se que esse determinado som possui nível elevado de pressão sonora, ou elevada intensidade. O termo ruído pode ser utilizado em vários contextos. É algo inoportuno, indesejável, que pode prejudicar a percepção de um sinal (elétrico, por exemplo) ou gerar desconforto (no caso de um ruído sonoro). É um atributo qualitativo (e não quantitativo). Quantitativamente mede-se, no caso de um determinado som, o seu nível de pressão sonora.
Fala-se de ruído na comunicação quando existe qualquer factor externo à fonte emissora e receptora que prejudique a compreensão de uma mensagem. Quando se faz referência a um factor interferente sonoro, o termo barulho é mais adequado. A sensibilidade a sons intensos pode variar de pessoa para pessoa. O ruído sonoro, em geral, é o som prejudicial à comunicação. Pode ser constituído por grande número de vibrações acústicas com relações de amplitude e fase muito altas, o que torna o seu nível de pressão sonoro bastante elevado prejudicando assim os seres vivos em geral. A perda da audição é o efeito mais frequentemente associado a qualquer som, seja ele ruidoso ou não, musical ou não, que possua níveis elevados de pressão sonora, ou seja, que ultrapasse os limites de tolerância cientificamente já estabelecidos para o ouvido humano, para a maioria das pessoas, de forma gaussiana. Esses limites de tolerância estão explicitados em diversas tabelas que relacionam os níveis de pressão sonora de sons, ruidoso ou não, e o tempo em que, sendo ultrapassado por alguém que se exponha ao mesmo, se poderá sofrer lesões auditivas.
Entende-se por exposição o contacto de forma desprotegida a determinados níveis de pressão sonora por tempo e dose suficientes para provocar a lesão auditiva (quando são ultrapassados os limites de tolerância estabelecidos). Tal facto dá-se quando "de forma desprotegida" porque entende-se que alguém que esteja protegido (usando protetores auditivos corretamente dimensionados ao risco auditivo, que é determinado através de medições conhecidas como dosimetrias) não estará em exposição ao agente agressor, (no máximo encontrar-se-á em risco de exposição).
Esta situação está presente em várias atividades da vida diária em que o contato com sons intensos, de forma desprotegida, voluntária (ex.:uso de equipamentos de música amplificada) ou involuntária (poluição sonora com altos níveis de pressão sonora).
Tecnicamente, não só o ruído como qualquer som, quer tenha significado ou não, quer contenha mensagem ou não, possui uma determinável quantidade de energia que pode ser proveniente de processos ou actividades e que se propaga pelo ambiente em forma de ondas, desde a fonte produtora até o ouvido do receptor a velocidade determinável e variando sua intensidade e pressão na dependência da distância e do meio físico.
Exemplo de alguns sons considerados como ruídos simples do nosso dia-a-dia e seu nível sonoro em decibéis (dB). A partir do nível de pressão sonora de 85 dB são potencialmente danosos aos ouvidos, se o contacto com esses sons, sejam eles ruidosos ou não, durar mais de 480 minutos (8 horas):
o ruído de uma sala de estar chega a 40dB;
um grupo de amigos conversando em tom normal chega a 55dB;
o ruído de um escritório chega a quase 64dB;
um caminhão pesado em circulação chega a 74dB;
em creches foram encontrados níveis de ruído superiores a 75dB;
o tráfego de uma avenida de grande movimento pode chegar aos 85dB;
trios eléctricos num carnaval fora de época tem em média de 110 dB;
o tráfego de uma avenida com grande movimento em obras com britadeiras até 120dB;
bombas recreativas podem proporcionar até 140dB;
discoteca a intensidade sonora chega até 130dB.[carece de fontes]
um estádio cheio de vuvuzelas pode chegar até 140dB
A poluição sonora atrapalha diferentes actividades humanas, independentemente dos níveis sonoros serem potencialmente agressores aos ouvidos, a poluição sonora pode, em alguns indivíduos, causar estresse, e com isto, interferir na comunicação oral, base da convivência humana, perturbar o sono, o descanso e a relaxamento, impedir a concentração e aprendizagem, e o que é considerado mais grave, criar estado de cansaço e tensão que podem afectar significativamente o sistema nervoso e cardiovascular.
Podemos citar vários tipos de origem para o ruído e sons não ruidosos potencialmente agressivos para o órgão auditivo:
Ruído por trânsito de veículos
Ruído por atividades domésticas e públicas
Ruído industrial
Quando a duração de um determinado evento é superior aos limites de tolerância para a pressão sonora produzida, como pode ocorrer no caso de:
shows musicais e espetáculos diversos
alguns cultos religiosos
uso de equipamentos de amplificação eletrônica (ex.:descodificadores de MP3)
práticas de tiro
entre outras atividades.
Poluição sonora frequente, por exemplo, através de aviões pode causar danos à saúde humana mesmo a partir de níveis de ruídos baixos. Já em 1910 Robert Koch profetizou: "Um dia a humanidade terá que lutar contra a poluição sonora, assim como contra a cólera e a peste".
O ponto de ataque da poluição sonora não é o aparelho auditivo, mas sim o sistema endócrino, especialmente as glândulas que produzem o cortisol e outros corticosteróides.
Desta maneira, níveis de ruído a partir de 45 dB podem ser nocivos à saúde humana, quando a diferença de medição for maior que 3 dB do nível de ruído de fundo.
Já a partir de 55 dB pode-se considerar uma fonte sonora como incómodo. Se este nível de ruído permanecer por um período de tempo longo, a produção pessoal pode cair e a sensação de mal-estar de quem está submetido a esta fonte sonora pode aumentar enormemente. Emissões sonoras entre 60 a 75 dB produzem stress físico. Este tipo de poluição sonora pode determinar uma hipertonia arterial (aumento da pressão sanguínea) e provocar doenças circulatórias, como o enfarte do miocárdio (ataque do coração) e até mesmo serem a causa de úlceras estomacais.
[editar]Poluição sonora urbana

Além das fontes de ruídos mais comuns, existe uma grande variedade de fontes sonoras nos centros urbanos, como: sirenes e alarmes, atividades recreativas, entre outras, que em conjunto denomina-se "Poluição Sonora Urbana".
[editar]Características principais

Não deixam resíduos
É um dos contaminantes que requerem menor quantidade de energia para ser produzidos.
Têm um raio de acção pequeno.
Não são transportados através de fontes naturais, como por exemplo, o ar contaminado levado pelo vento, ou um resíduo líquido quando é transportado por um rio por grandes distâncias.
São percebidos somente por um sentido: a audição. Isto faz com que muitas pessoas subestimem seu efeito.
na
[editar]Prevenção de problemas causados por ruídos e outros sons poluentes

As principais medidas para se prevenir dos efeitos da poluição sonora podem ser:
Redução do ruído e demais sons poluentes na fonte emissora
Redução do período de exposição (principalmente para pessoas expostas continuamente a processos que geram muito ruído), quando não for possível, a neutralização do risco pelo uso de proteção adequada.
Educação da população
Uso de proteção nos ouvidos adequada ao risco auditivo.
Em festas colocar o som com volume adequado ao "Ambiente", evitando-se o volume alto. Não sendo possível, não permanecer por tempo prolongado em ambientes onde se tenha que gritar para ser ouvido pelo interlocutor à distância de um metro.

Comunidade Escola e o plantio de bambus

terça-feira, 11 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Palestra/vídeo: Mudanças Climáticas, Sociedade e Universidade - Dr.Carlos Nobre - Inpe
Criada em 31/08/2011 16:03 por maperna | Marcadores: dir evento fen

http://www.eng.uerj.br/noticias/mostra.php?id=1303067000&em=YWxsYW5jYXNjYWVzQHRlcnJhLmNvbS5icg==


Dr. Carlos Nobre - INPE
07 de abril de 2011, 14h. Semana Comemorativa dos 50 Anos da FEN.
Palestra: Mudanças Climáticas Globais Sociedade e Universidade
Dr. Carlos Afonso Nobre
Secretário de Políticas e Programa de Pesquisa e Desenvolvimento - Ministério da Ciência e Tecnologia































Clique na primeira imagem da galeria e pagine entre os slides da palestra.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Em Blumenau - comentando Projeto JICA - enchente setembro de 2011

O resultado da pouca vigilância na ocupação de espaços urbanos
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/09/situacao-de-blumenau-ainda-e-preocupante-diz-defesa-civil.html


Fico muito feliz em postar estas fotos para vocês!!!
A água está baixando rápido, e estamos lavando calçadas como se nada tivesse ocorrido. 
Blumenau é fantástica quando o assunto é determinação, limpeza, ordem!!!
A água nem desceu e tudo está sendo limpo, COM SABÃO!
São dezenas de pessoas do prédio lavando tudo, e vamos passar a noite e o dia de amanhã na garagem e na rua limpando tudo.
Até amanhã a noite e domingo, esta enchente terá sido somente uma lembrança ruim!
Abraços felizes!!!!

Pedro.



Tio, não sei o tio recebeu todos os e-mails que eu enviei. Foram mais de 20. Alguns com mais de 10 fotos,.

De qualquer forma, criei um álbum no Picasa, no seguinte endereço:


https://picasaweb.google.com/116661191838474275480/EnchenteBlumenauRuaTibirica2011?authuser=0&feat=directlink

Ali estão as fotos que tirei durante a enchente. Algumas inclusive de cima do prédio. Todas estão em ordem cronológica.

Agora estamos com tudo limpo e pronto. Inclusive a garagem e a rua. Fizemos um mutirão de mais de 20 pessoas e lavamos tudo.

Abraços,

Pedro.


Tio, estas fotos foram tiradas por um amigo meu:


abraço,


________________________________
Pedro Cascaes Neto
Advogado, esp.
OAB/SC 26.536

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sustentabilidade - Décio Michellis Jr.


Segue anexo cópia do e-book "Crônicas da Sustentabilidade" (3ª edição revista e atualizada) + (*.doc) contendo link para 4 novas apresentações.
  Att

Decio Michellis Jr. | Assessoria Especial de Meio Ambiente | Rede Energia
+55 11 3066-1470 | decio.michellis@redenergia.com | www.redenergia.com



Crônicas da Sustentabilidade 3a. Edição.pdfCrônicas da Sustentabilidade 3a. Edição.pdf
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Apresentações e documentos para download


26 Áreas Protegidas e Compensação Ambiental Novo!!!

26 REDE ENERGIA VIEX COMP AMB 2011.ppt

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26 REDE ENERGIA VIEX COMP AMB 2011.pptx

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25 Gerenciamento de Contratos e Riscos nos Leilões de Energia de Fontes Alternativa Novo!!!

25 REDE ENERGIA IQPC BIOMASS 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/CmEpf1mg/25_REDE_ENERGIA_IQPC_BIOMASS_2.html ou

25 REDE ENERGIA IQPC BIOMASS 2011.pptx

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24 O Polêmico Novo Código Florestal, Desenvolvimento e Sustentabilidade Novo!!!

24 REDE ENERGIA UMAPAZ COD FLORESTAL 2011.ppt

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24 REDE ENERGIA UMAPAZ COD FLORESTAL 2011.pptx

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23 Setor Elétrico e Mudanças Climáticas Novo!!!

23 REDE ENERGIA POLI SEB E MUD CLIMATICAS 2011.ppt

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22 Superação de Entraves no Licenciamento Ambiental de UHEs e PCHs e Reflexos do Fim da Reservação de Água

22 REDE ENERGIA ENERGY SUMMIT 2011.ppt

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21 Gerenciamento ambiental e oportunidades aos negócios da empresa

21 REDE ENERGIA COMPLIANCE AMB 2011.ppt

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21 REDE ENERGIA COMPLIANCE AMB 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/5dQvmDOi/21_REDE_ENERGIA_COMPLIANCE_AMB.html


20 Adaptação às Mudanças Climáticas

20 ABTCP ADAPTACAO MUD CLIMA 2011.ppt

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20 ABTCP ADAPTACAO MUD CLIMA 2011.pptx

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19 Sustentabilidade: como empreendimentos hidrelétricos bons se tornam ruins

19 ALL ABOUT SUSTENT 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/yezzRh8W/19_ALL_ABOUT_SUSTENT_2011.html ou

19 ALL ABOUT SUSTENT 2011.pptx

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18 Sustentabilidade e Economia de Carbono

18 ALL ABOUT CARBONO 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/-nmMfqF3/18_ALL_ABOUT_CARBONO_2011.html ou

18 ALL ABOUT CARBONO 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/exMj6kOK/18_ALL_ABOUT_CARBONO_2011.html


17 As Vantagens e Desvantagens da Construção de Usinas Fio d’Água

17 UHEs FIO DAGUA 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/52PdfNwN/17_UHEs_FIO_DAGUA_2011.html ou

17 UHEs FIO DAGUA 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/EBd7YHKs/17_UHEs_FIO_DAGUA_2011.html



16 Um Olhar Sistêmico da Matriz Energética e da Concorrência Entre Fontes e as Conseqüências Para o seu Planejamento Estratégico

16 MATRIZ ENERG 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/ACa4ASJ8/16_MATRIZ_ENERG_2011.html ou

16 MATRIZ ENERG 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/-86jqliQ/16_MATRIZ_ENERG_2011.html





15 Processo de Licenciamento Ambiental em Hidrelétricas: Como Administrar os Entraves Característicos desse Setor que Podem Atrasar o Andamento dos Empreendimentos

15 LICENC AMB 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/0RAjTcyH/15_LICENC_AMB_2011.html ou

15 LICENC AMB 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/zl06ozKj/15_LICENC_AMB_2011.html


14 Práticas Socioambientais no Setor Energético – Programas de Eficiência Energética para Baixa Renda

14 AMBIENTA RSE 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/ffnv_-6L/14_AMBIENTA_RSE_2011.html ou

14 AMBIENTA RSE 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/MGOjdg4w/14_AMBIENTA_RSE_2011.html


13 A Tríplice Fronteira da Sustentabilidade no Agronegócio

13 GAL 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/NWf5V_ZX/13_GAL_2011.html

13 GAL 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/XHgf382d/13_GAL_2011.html





12 Projeções e oportunidades para pequenas e médias centrais hidrelétricas

12 BNAMERICAS PCH 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/V2g06VI0/12_BNAMERICAS_PCH_2011.html ou

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11 PCHs: Sustentabilidade, licenciamento, mercado de carbono, código florestal e mudanças climáticas

11 PCH 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/NqXdAQMC/11_PCH_2011.html ou

11 PCH 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/_TUW11rt/11_PCH_2011.html

10 PorandubaS & Migalhas Energéticas

10 ENERCON 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/OTspIIPE/10_ENERCON_2011.html ou

10 ENERCON 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/sizhqGh6/10_ENERCON_2011.html





09 A Economia Verde na Visão do Setor Elétrico

09 ECONOMIA VERDE 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/QBay3T7t/09_ECONOMIA_VERDE_2011.html ou

09 ECONOMIA VERDE 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/KbmB0Cmd/09_ECONOMIA_VERDE_2011.html


08 Preservação da equação de equilíbrio dos contratos de concessão para remuneração dos investimentos

08 NORMAS CONTABEIS 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/OTUjrfyk/08_NORMAS_CONTABEIS_2011.html ou

08 NORMAS CONTABEIS 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/3bGOT1Fr/08_NORMAS_CONTABEIS_2011.html


07 Novas formas de fazer negócios a partir das redes inteligentes

07 SMART GRID 2011 Complemento.doc

http://www.4shared.com/document/jVnBYCSc/07_SMART_GRID_2011_Complemento.html

07 SMART GRID 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/_74lNR4V/07_SMART_GRID_2011.html ou

07 SMART GRID 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/h9mrW8jc/07_SMART_GRID_2011.html


06 Gestão Ambiental e Meio Ambiente

06 UNIESP 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/7idmNO4_/06_UNIESP_2011.html ou

06 UNIESP 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/xQpDM8S_/06_UNIESP_2011.html


05 Reflexos na Economia da Revisão do Código Florestal no Setor de Energia Elétrica

05 COD FLORESTAL 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/myje9Pwv/05_COD_FLORESTAL_2011.html ou

05 COD FLORESTAL 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/DO8s3w6J/05_COD_FLORESTAL_2011.html



04 Como aplicar e desenvolver projetos de crédito de carbono no setor elétrico de acordo com as decisões tomadas na COP-16

04 IIR CONTRATOS 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/ePFOxU_B/04__IIR_CONTRATOS_2011.html ou

04 IIR CONTRATOS 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/1Gm0sQIA/04__IIR_CONTRATOS_2011.html





03 Impactos ambientais da termogeração a gás natural e sua relação com a sustentabilidade

03 THERMAL LATAM 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/cTjbV41b/03_THERMAL_LATAM_2011.html ou

03 THERMAL LATAM 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/ojW2AwJC/03_THERMAL_LATAM_2011.html





02 Sustentabilidade: como empreendimentos bons se tornam ruins

02 HYDRO ENERGY LATAM 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/bUQZfGs3/02_HYDRO_ENERGY_LATAM_2011.html ou

02 HYDRO ENERGY LATAM 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/NPD4gTJh/02_HYDRO_ENERGY_LATAM_2011.html





01 As Mudanças climáticas e o controle no licenciamento ambiental dos empreendimentos

01 DIREITO AMB 2011.ppt

http://www.4shared.com/document/xnb2FtZT/01_DIREITO_AMB_2011.html ou

01 DIREITO AMB 2011.pptx

http://www.4shared.com/file/cQA5k7JO/01_DIREITO_AMB_2011.html





000 Crônicas da Sustentabilidade 2011 (2ª edição revista e ampliada)

http://www.4shared.com/document/DRPqQMPG/000_CRONICAS_DA_SUSTENTABILIDA.html





003 Gestão da defesa do interesse nacional na matriz energética brasileira

003 GESTAO DEFESA INTERESSE NACIONAL MATRIZ ENERGETICA BRASIL 2010 Apresent.pdf

http://www.4shared.com/document/DBIsCskD/003_GESTAO_DEFESA_INTERESSE_NA.html

003 GESTAO DEFESA INTERESSE NACIONAL MATRIZ ENERGETICA BRASIL 2010.pdf

http://www.4shared.com/document/b9oH759u/003_GESTAO_DEFESA_INTERESSE_NA.html





002 A evolução crescente dos custos socioambientais e a viabilidade econômica das usinas de geração hidrelétrica

002 CUSTOS SOCIOAMB E A VIABIL ECONOMICA DAS USINAS 2008 Apresent.pdf

http://www.4shared.com/document/d0dNtA_A/002_CUSTOS_SOCIOAMB_E_A_VIABIL.html

002 CUSTOS SOCIOAMB E A VIABIL ECONOMICA DAS USINAS 2008.pdf

http://www.4shared.com/document/4QB8rSu6/002_CUSTOS_SOCIOAMB_E_A_VIABIL.html





001 Revisão Tarifária Extraordinária decorrente de significativo desequilíbrio econômico-financeiro por aumento de custos socioambientais não gerenciáveis

001 REV TARIFARIA EXTRAORDINARIA AUMENTO CUSTOS AMB 2007.pdf

http://www.4shared.com/document/nMfpTAzH/001_REV_TARIFARIA_EXTRAORDINAR.html

001 REV TARIFARIA EXTRAORDINARIA AUMENTO CUSTOS AMB 2007.ppt

http://www.4shared.com/document/3ITSSWab/001_REV_TARIFARIA_EXTRAORDINAR.html



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Meio ambiente, ecologia e amor à Natureza


Um tema sério e de paixão questionável é o “amor à Natureza”. Essa é uma questão de importância crescente, não apenas pela mudança no meio ambiente, mas até pelos reflexos na nossa própria formação. Para aumento das oportunidades de vida artificial é até necessário ter capacidade de adaptação, mas quanto? Vale a pena? Assim como um astronauta é obrigado a aprender a sobreviver dentro de sua cápsula, todos nós vamo-nos envolvendo em casulos de onde poderemos sair de forma bem diferente das borboletas.
Deformações existenciais são tão prováveis quanto aprimoramentos possíveis. A dúvida é se realmente estamos agindo de forma adequada. Para algum conforto ou temor, contudo, é bom lembrar que a qualquer momento, por um simples choque com um pequeno asteroide, a vida sobre a Terra seria tremendamente afetada, ou seja, os riscos de mudanças são permanentes e já aconteceram diversas vezes no passado. Por bem ou por mais que desejamos manter cenários teremos mudanças drásticas, até a que eliminará a vida sobre esse planeta mutável.
Com certeza a Humanidade está acordando para a importância da sustentabilidade e a vida sadia. O que é preocupante, contudo, é sentir propostas menos importantes do que simplesmente saber viver de forma coerente com as teses de preservação da Natureza.
O volume de consumo de qualquer coisa pode ser um bom indicador econômico, mas também saber viver não é simplesmente gastar e a ativação de todos é possível, dividindo-se melhor as oportunidades de trabalho e criando-se padrões de atividades adicionais, na esperança de se estar contribuindo para um aprimoramento da vida.
É importante questionar hábitos antigos e alienados em relação a tudo o que fazemos. As praias, por exemplo, eram lugares importantes para uma coleção de seres vivos que desaparecem sob os pés e sujeiras dos turistas. Como administrar essa questão? Com certeza é vital a criação de áreas especiais de preservação ambiental em lugares e em número suficientes.
Pescamos?
Impõe-se criar formas de repovoamento de espécies mais visadas pela fome humana.
E no continente, plantar o quê e onde? Criar animais de que jeito?
Nos radicalismos oportunistas temos até posturas técnicas pouco convincentes. Vale o paradoxo até hilariante de se impedir o plantio de espécimes exóticos quando somos todos exóticos, nós e praticamente tudo o que consumimos a partir da Natureza criada por nós. O tema “espécime exótico” precisa, pois, de novas definições assim como a necessidade de cuidados reais com a Natureza, pois nela estamos inseridos e com ela viveremos ou morreremos.
A Natureza é dinâmica e fazemos parte dela e com o espaço, fauna e flora em nossa volta devemos poder viver se a intenção for garantir nossa própria sobrevivência.
O desafio, contudo, é encontrar um padrão conciliatório entre nossas necessidades, desejos e limitações.

Cascaes
31.8.2011

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Cidades sensíveis e estudos de impacto ambiental

Cidades sensíveis e estudos de impacto ambiental
Cidades podem ser construídas e destruídas. Todos que vivem muito podem comparar as mudanças ocorridas nessas últimas décadas em lugares que eram agradáveis, alguns até referência de urbanismo, transformando-se em espaços hostis ao ser humano. Diante do crescimento de tudo, inclusive da violência, a solução pode ser viver de shopping em shopping, onde a cidade fechada ganha vida com segurança.
É compreensível que em países superpovoados as dificuldades sejam grandes. Acomodar milhões de pessoas em lugares restritos não é fácil. Nessas cidades, se suficientemente ricas, sistemas de metrô, restrições ao transporte individual e escolha criteriosa de atividades comerciais e industriais etc. vão se impondo para que todos possam sobreviver sem agressões mútuas e da Natureza, que reage a qualquer excesso.
Algo interessante, por exemplo, foi ver a localização do estádio de futebol dedicado à Copa do Mundo na França, fora de Paris, em sua região metropolitana, longe de tudo.
Vale a pena transcrever da Wikipédia:
O Stade de France é um estádio multi-uso localizado na cidade de Saint-Denis, ao norte da capital Paris, França. Foi construído no ano de 1998 (ano em que a França sediou sua segunda Copa do Mundo). O estádio tem a capacidade de abrigar 79.959 torcedores. Foram gastos 407 milhões de euros na construção... Atualmente é pouco utilizado, apenas para amistosos ...

Por outro lado vivemos relativamente próximos de um estádio de futebol, assim vemo-nos obrigados a evitar a região no entorno dessa arena em dias de jogos, quando da chegada de torcedores e na saída de turbas nem sempre amistoras. O rastro dos vândalos fica marcado até alguns dias após os clássicos... Com certeza os moradores, pessoas internadas em hospitais e até os pássaros eventualmente instalados nas árvores ao longo das avenidas sofrem com tudo isso.
As cidades têm limites e seus administradores precisam aprender a evitar tragédias. Qualquer grande empreendimento deveria ser submetido a audiências públicas, exposição de projetos, análise de saturação do sistema viário, energético, transporte coletivo, drenagem, esgotamento de águas servidas, segurança, aquecimento ambiental etc.
Os cuidados diante de instalações concentradoras de pessoas são inevitáveis e quando não acontecem chegamos às florestas de concreto, tendo, em Curitiba, como um exemplo eloquente, a região entre as avenidas Iguaçu, Getúlio Vargas, Sete de Setembro e outras avenidas que, em paralelo, mataram horizontes e formam caldeirões de mobilidade insuportável em horário de pico, isso sem contar com as torrentes de águas das chuvas onde o asfalto mais a declividade e meios fios formam autênticas corredeiras em dias de chuvas fortes. Podemos imaginar o cenário dentro de 10 anos...
Nossos vereadores, institutos de Arquitetura, Engenharia, Universidades etc. deveriam se unir para debates sinceros do que significa tudo isso. Lamentavelmente, contudo, via de regra prevalecem interesses corporativos, deixando-se o povo órfão do apoio técnico.
Com ou sem suporte técnico os habitantes das cidades têm o direito de saber com detalhes o que as grandes obras urbanas significarão em suas vidas. Quem decide deveria registrar em cartórios de fé pública o que afirmam assim como as discussões ocorridas para posteriores cobranças de responsabilidades e indenizações, se necessárias.
Fomos testemunhas de processos de degradação de grandes metrópoles. Não foi difícil perceber os efeitos de coisas anunciadas com ares de conquistas e que simplesmente mataram tudo o que na origem os fundadores dessas cidades pretendiam.
O Brasil é grande, não precisa concentrar pessoas em lugares errados. Isso deve ser embutido, entranhado, ensinado, formatado, inculcado e aprimorado na cabeça dos legisladores, agentes do Poder Público, Poder Judiciário, Ministério Público, lideranças de ONGs, mestres em universidades etc.
Precisamos refazer nosso país de forma sustentável, segura e saudável.
Nós ainda podemos.
Cascaes
13.8.2011


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Monstrópolis

Monstrópolis
O Brasil é um país de dimensões continentais, que aos poucos descobre os problemas da excessiva concentração humana em cidades que deveriam conter seu crescimento e corrigir seus problemas de infraestrutura material, social e educacional. A segurança da população residente depende demais da limitação saudável e ocupação de espaços justos e necessários, talvez até se desfazendo de atrativos para o que se convencionou denominar “progresso”.
O custo para viabilização de grandes populações urbanas não cresce linearmente, mas em degraus que podem exigir investimentos colossais. Isso tudo acontece porque a água tem limitações e depois de usada precisa ser bem tratada, não simplesmente deixando-a incolor. Em energia elétrica aparecem as demandas por ar condicionado que podem até mudar a hora da ponta e carga. Leva-se para dentro da cidade energia coletada em usinas, poços de petróleo, plantações de cana etc. onde boa parte dessa capacidade de trabalho se transforma em calor. Sabe-se que tudo isso contribui para a formação de cones convectivos, agravando riscos de chuvas intensas e mudanças de microclima. A temperatura média de uma cidade pode chegar a mais do que 10 graus da existente antes de sua criação.
Cidades grandes significam deslocamentos enormes, engarrafamentos e a necessidade de sistemas pesados de transporte coletivo e de carga. As ruas e avenidas não são elásticas e a configuração da malha viária é um problema sério. As administrações municipais tornam-se impotentes sob o peso dos interesses imobiliários e outros; assim, planos bem concebidos de urbanização se perdem ao longo do tempo.
Áreas verdes? Ocupações, não raramente estimuladas pelos proprietários de imóveis, que não podem vendê-los por estarem em áreas de preservação, transformam-se em conjuntos habitacionais, mais ruas, praças, estacionamentos etc.
O Brasil já foi uma grande savana. O clima muda sempre. Como enfrentar as mudanças que talvez os climatologistas e estudiosos da Terra possam prever?
Esse é um desafio constante e que exige de todos nós muita cautela em qualquer tipo de empreendimento.
Um aspecto delicado da concentração urbana ocorre quando as cidades estão próximas às nascentes de grandes rios, ou seja, já contaminando águas na origem, gradativamente poluindo mananciais e sistemas que podem ser frágeis. No Brasil muitas capitais estão nessa condição, justamente cidades que pela sua natureza política atraem muita gente.
Vemos com tristeza o avanço de metrópoles como Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e outras que até um passado não muito distante não davam sinais de virem a ser o que se tornaram graças a programas adicionais de estímulo industrial.
Precisamos repensar nossas cidades e assumir o controle da expansão de lugares que seriam infinitamente mais agradáveis se tivessem crescido de forma inteligente. Isso não aconteceu, e agora lamentamos a degradação mais do que visível e nos assustamos com qualquer empreendimento adicional.
Temos a aplicação severa da legislação ambiental sobre empreendimentos distantes das cidades, por quê não criarmos metodologia de análise de impactos ambientais urbanos, compensações e limitações a grandes projetos em áreas metropolitanas?
Em Curitiba, por exemplo, acompanhamos par e passo os efeitos de plantas industriais em lugares errados. E agora?
O que devemos e podemos fazer é evitar o agravamento do que já existe e lutarmos pela descentralização racional do Brasil; espaços existem, só precisamos de gerenciamento técnico e político adequado.
Cascaes
12.8.2011

Usando o Facebook - grupo Defesa Civil e Meio Ambiente

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Telhado Verde

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

SIM AO PARQUE DA LAGOA SECA E NAO AO PROJETO IMOBILIÁRIO - um exemplo de Cidadania

Precisamos de Estudos de Impacto Ambiental Urbano, é algo estranho a ausência de algo tão importante quando nossas cidades mostram sinais de crescimento ilógico, desordenado e perigoso.
O exemplo dos mineiros é gratificante.


MANIFESTO DE MOVIMENTOS INDEPENDENTES DA CIDADANIA



SIM AO PARQUE DA LAGOA SECA E NAO AO PROJETO IMOBILIÁRIO



A área em foco

A área da Mineração Lagoa Seca faz parte do maciço da Serra do Curral, constituindo um importante elo do corredor ecológico que vai da Mata da Baleia ao Parque Rola Moça.. A área em foco estende-se do fundo da Praça JK ao bairro Belvedere, situando-se, no sentido norte-sul, ao lado esquerdo da Rua Patagônia, da Av. Presidente Eurico Dutra e Celso Porfírio Machado.

Antecedentes

A Mineração Lagoa Seca explora a área há cerca de 50 anos, tendo se comprometido a devolvê-la para uso coletivo público, conforme condicionantes do COMAM, o que ocorrerá em 2012 e 2013. Curiosamente, agora ela anuncia - através de vasta campanha publicitária - uma negociação com duas grandes construtoras de prédios para a edificação, em uma área aproximada de 330 mil m2, correspondente a cerca de 40 campos oficiais de futebol, de um mega-projeto, junto a avenidas do Belvedere, com prédios para escritórios, lojas comerciais, apartamentos de alto luxo e até um hotel. Tudo isso em uma zona de proteção ambiental (ZPAM), pertencente ao complexo da Serra do Curral ou ao seu entorno, símbolo maior de Belo Horizonte, o último bolsão de área verde urbana ao pé da Serra do Curral, no Belvedere.

O “Canto de Sereia” dos empreendedores.

Para conquistar a simpatia dos desavisados, as construtoras procuram dourar a pílula na tentativa de disfarçar a realidade e revestir de aparência sedutora um projeto que, se prosperar, criará impactos ambientais altamente negativos e danosos à comunidade da região e a Belo Horizonte como um todo, ao provocar maior adensamento populacional, alterações climáticas e geração adicional de grande tráfego, o que tornará catastrófica a já caótica mobilidade da região, vítima também da expansão desenfreada da Vila da Serra e do Vale do Sereno.

Falam “em não adensar a região, construindo em apenas (!) 30% da área” e doando 70% para o parque. Ora, a parte doada corresponde aos buracos escavados pela mineração, sendo escarpada e com inclinações superiores a 47 %, ou seja, nela nada poderia ser mesmo construído. Não há bondades nessa oferta!

Falam, também, que “o empreendimento poderia garantir a criação de um parque para uso da população, subsidiado pelo condomínio” . Procuram vender a idéia oculta de que o poder público não conseguiria conservar um parque e que somente eles teriam tal condição. Os parques municipais de Belo Horizonte, como o Parque das Mangabeiras, desmentem essa idéia negativa.

Nossa indignação

Os empreendedores falam, ainda, que o empreendimento poderá gerar milhões de reais em IPTU e ITBI, como se o dinheiro arrecadado fosse a razão de ser de tudo e pudesse justificar o que se vê em Belo Horizonte em matéria ambiental: uma cidade cada vez mais desumana e cinzenta, poluída pela fumaça e gases dos canos de descarga de uma frota gigantesca de veículos, em espiral infindável de crescimento, com a perda definitiva do tão decantado horizonte em meio à selva de pedra em que se transformou a cidade.

Evitar os erros do passado

Importante lembrar a recente decisão judicial da 4ª. Vara da Fazenda Pública Municipal contra os empreendedores do Belvedere III, através de liminar em julgamento de mérito, interditando qualquer nova construção nos lotes remanescentes do Belvedere III, além de pleitear pesada indenização pelos danos ambientais já causados na região, desde 1994. Como, então, autorizar um novo projeto de verticalização na Mineração Lagoa Seca, área vizinha e ambiental, para produzir os mesmos erros no futuro? Ressalte-se que os empreendedores já perderam em duas instâncias judiciais for falta de licenciamento ambiental, quando da verticalização do Belvedere III, tendo sido imposta a obrigação de apresentar os estudos de impacto ambiental (EIA e RIMA) do empreendimento já realizado.

Cidadãos de BH! Vamos erguer uma verdadeira muralha contra os interesses que têm o ganho acima de qualquer outro bem. Lutemos pelos valores que nos são mais caros. Pela nossa cidade e pelos que virão depois de nós!



União das Associações de Bairros da Zona Sul ( Marcelo Marinho Franco-Presidente)

com o apoio das seguintes entidades de bairros:

-Associação dos Moradores do Bairro Belvedere(Ricardo Jeha- Presidente)

-Associação dos Comerciantes do Belvedere (César de Moura Gomes-Presidente)

-Associação dos Moradores e Amigos da Mata das Borboletas- (Vânia Condessa-Presidente)

-Associação dos Moradores do Bairro Mangabeiras (Marco Antônio de Pádua-Vice.-Presidente)

-Sociedade dos Amigos da Serra ( Nilcélia Carvalhaes – Presidente)

-Associação dos Moradores do Alto Santa Lúcia (Joaquim Eugênio Vidigal- Presidente)

-Associação dos Moradores do Bairro Santa Lúcia (Lusimar F.Lisboa -Presidente)

-Associação dos Moradores do Bairro São Bento (Rogério Rezende - Presidente)

-Associação dos Moradores do Santo Antônio (Gegê Angelino – Presidente)

-Associação dos Moradores de Lourdes- Amalou (Jefferson Domingues-Presidente)

-Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Santo Agostinho (André T.Gontijo- Presidente)

- Associação dos Moradores do Bairro Floresta (Elizabeth Sily Pestana – Presidente)

-Associação dos Moradores do Bairro Buritis (Maria de Fátima S. Gottschalg- Presidente)

-Associação Pro-Civitas dos Bairros São Luis e São José (Juliana Renault Vaz- Presidente)

e das entidades e líderes ambientalistas:

-Ecoavis (Adriano Peixoto – Presidente)

-Gustavo Gazzinelli - Jornalista e Ambientalista

- Paulo Cangussu (Guz) – Cartunista e Ambientalista

- Projeto Manuelzão - (Apolo Heringer Lisboa - Coordenador)

NÃO ao Projeto Frankenstein (apelidado por eles de

Park (!) Burle Marx


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Flávia Fonseca - TINNO Comunicação flavia@tinno.com.br para mim
mostrar detalhes 15:12 (5 horas atrás)
Prezado sr. João Carlos Cascaes,
Tudo bem?
Sou assessora de imprensa das construtoras Caparaó e Patrimar. Sobre a publicação em seu site “SIM AO PARQUE DA LAGOA SECA E NAO AO PROJETO IMOBILIÁRIO - um exemplo de Cidadania”, gostaria de dizer, em nome dos empreendedores, que os problemas urbanos que afetam Belo Horizonte, de fato, são grandes e merecem atenção. Todos nós concordamos nesse aspecto, uma vez que o crescimento urbano deve ser feito de forma planejada.
A respeito especificamente do empreendimento em estudo para a região onde atua a Mineração Lagoa Seca, gostaríamos de esclarecer alguns pontos. O projeto prevê, para a área total de 1 milhão de metros quadrados, a construção em 30% do terreno, exatamente nas partes afetadas e degradadas pela mineração (o que exigirá, inclusive, investimentos maiores em perfurações, pelo desgaste do solo). O restante, cerca de 700 mil metros quadrados, seria revertido em áreas de preservação ambiental, com uma infraestrutura de parque à disposição da população e subsidiado pelo condomínio no local.
Em momento algum, as construtoras questionam a relevância do poder público para garantir a preservação ambiental e o lazer da população nos grandes centros urbanos. O que os empreendedores entendem é que podem e devem contribuir para o crescimento planejado da cidade e a promoção da melhor qualidade de vida para todos que vivem nela.
Gostaríamos de aproveitar a oportunidade para convidá-lo a conhecer o projeto. As construtoras têm interesse em estabelecer um diálogo saudável com a sociedade e, para tanto, estão à disposição de todos aqueles que quiserem agendar uma visita.
Agradecemos sua atenção.
Um abraço,


Flávia Fonseca
R. Rodrigues Caldas, 670/1301
Santo Agostinho – Belo Horizonte
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55 31 2511 9175
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terça-feira, 12 de julho de 2011

Ruínas indesejáveis

Ode à Natureza

terça-feira, 15 de março de 2011

Pedido de socorro - Antonina

Meu IIr.´, advogado

Quando as coisas se normalizarem, veja

Vamos espalhar seu pedido.

Cascaes
15,3,2011

Assunto:

Meus queridos e amados irmãos. 


Como alguns já sabem, atualmente estou residindo em Antonina Paraná. 

Graças ao GADU eu e meus familiares estamos bem; todavia a cidade encontra-se em estado de caos, não há água tratada, o hospital de Antonina foi afetado pelas enchentes e são 6.000 pessoas desabrigadas. 

Ficamos um dia inteiro sem energia elétrica, e as antenas de celulares da OI,VIVO e TIM estão até agora fora do ar. 

os cabos de fibra óptica se romperam e não tem Internet nem telefonia fixa. 

Não há mais rodovias de acesso, diante desses fatos os mercados e padarias estão desabastecidos.  

Como possuo um veículo 4X4 consegui , por trilhas chegar a Morretes evim a curitiba pela centenária estrada da graciosa , a qual não sofreu nenhum arranhão. 
As pessoas que foram afetadas com a perda de suas casas são justamente as mais carentes. 

Nós já organizamos voluntários, nas igrejas e na Loja Maçônica -GOB- para dar o mínimo de conforto aqueles que foram afetados pelo dilúvio. 

Os desabrigados estão em colégios, mas mesmo com a solidariedade local já estão faltando coisas como remédios, itens de higiene pessoal, fraldas e leite para crianças. - existem muitas crianças desamparadas. 

Diante desses fatos, não podemos nem queremos ficar omissos perante aqueles que estão sofrendo. 

Portanto peço que o espírito maçônico paire sobre os iirm:. a fim de solicitar doações de ítens como escovas de dentes, sabonetes, água sanitária ( para purificação de água) água mineral, leite fraudas, arroz e legumes como batata, cebola, cenoura, temperos, pois no colégio estamos fazendo a alimentação para entrega imediata. 

Meus IIRM:. estou em Curitiba até 4ª feira, mas caso as doações se façam depois venho em curitiba para receber, não se preocupem pois vou buscar onde estiverem. 

Deixo meu celular para Contato 9609-6066 e meu telefone residencial de Antonina 41-3432-0068  segundo previsão da operadora de telefone o fixo se normalizará a partir de hoje às 16:00h. 

O pouco para nós pode ser o necessário para eles. 

Um TFA do Im. Arakem e não se preocupem estou muito bem e melhor ainda por poder ajudar. 

Cuidado - emocionante demais - imagens do Japão

http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/fotos/2011/03/veja-imagens-das-consequencias-do-tsunami-no-japao.html

domingo, 13 de março de 2011

Usinas Nucleares - são necessárias?

Vejam no noticiário da CNN o que é uma usina nuclear e o pesadelo da repetição do acidente de Chernobyl:

http://edition.cnn.com/2011/WORLD/asiapcf/03/12/japan.nuclear/?hpt=T1

sábado, 12 de março de 2011

Onda gigante em SC - para não esquecer

Lobbies industriais e os riscos de acidentes graves

Democracia e responsabilidade social, técnica, geral e as catástrofes

As catástrofes terríveis provocadas pelo terremoto e tsunami no Japão demonstram inequivocamente a importância, a necessidade urgente de mudanças mundiais no processo de escolha de seus governantes.
A Humanidade tem o direito de saber tudo, conhecer detalhes de suas estruturas, decidir matematicamente que padrões de conforto e segurança poderá ter.
A educação é o primeiro passo. Não é fazendo pessoas alienadas que delas teremos soluções e decisões necessárias e suficientes ao futuro.
Felizmente não estamos no século vinte, e sim começando o terceiro milênio da era cristã com ferramentas fabulosas de comunicação e processamento de dados que ninguém imaginava poderem chegar a esse ponto, e vão melhorar muito. O desafio é usar direito, de forma adequada.
Podemos somar em trilhões de dólares o que a Humanidade gasta para se matar, quanto investe na própria segurança?
A Terra é dinâmica, o Universo mais ainda. Em dezembro do ano passado dois asteroides, num único dia de dezembro, passaram raspando a Terra. Se a tivessem atingido, tudo isso que vemos no Japão seria um simples aperitivo, pior ainda se tocassem em áreas com grandes instalações, metrópoles, ou mesmo em alguns lugares de nossas placas tectônicas esperando a oportunidade para se movimentarem um pouco mais. O vulcão islandês, de nome impronunciável, se durasse um pouco mais expelindo sua fumacinha faria um tremendo estrago e a plataforma de petróleo que explodiu no Golfo do México mostrou como alguns descuidos humanos podem virar um pesadelo monumental, sem esquecer o desastre de Chernobyl.
Tudo isso pode se repetir com efeitos piores e nós podemos, sabendo disso, implementar algumas alternativas.
A primeira é imitar a avestruz, enfiar a cabeça em algum buraco metafísico, esportivo ou carnavalesco e esquecer tudo. Outra é esperar que nossos políticos discutam isso com seriedade e proponham soluções em parceria com o Poder Executivo e a Sociedade Civil. A terceira via é assumirmos as funções do Poder Legislativo e começarmos a analisar nossas instituições e projetos de modo a torná-los seguros e adequados a um planeta em constante mutação.
A existência de megalópoles é um fato recente e elas são extremamente frágeis. Se no passado a população da Terra era distribuída entre florestas e savanas, agora se concentra (muitas vezes no lugar menos indicado) em unidades que demandam enormes estruturas e volumes fabulosos de energia para manterem a população viva.
O Japão não dispõe de muitas opções de distribuição demográfica, o Brasil tem, assim não precisamos concentrar milhões de pessoas dentro da Mata Atlântica ou no meio da floresta amazônica.
Devemos investir muito contra nosso maior inimigo, a falta de educação e instrução. Precisamos gastar bilhões de dólares em armamentos contra os mosquitos transmissores de doenças que estão se transformando num pesadelo nacional, erradicar a miséria, investir maciçamente em saneamento básico, adotar novas estratégias de urbanização, cuidar até de balneários superlotados em época de temporada, verdadeiras armadilhas diante de maremotos ou simples acidentes maiores que provoquem pânico, precisamos, enfim, da melhor Engenharia (e não da mais “barata”), de projetos feitos com cuidado e não decididos em gabinetes fechados, de métodos de decisão honestos e responsáveis para tudo.
Acima de tudo nosso povo carece ser educado para a Democracia Direta, sem intermediários, de modo a que aprenda e exerça o direito de escolher o seu futuro, sem intermediários, comissões, assembleias de minorias onde vale tudo, menos a honestidade intelectual.
Cascaes
12.3.2011

Acidente Gravíssimo no Japão

http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/03/explosao-foi-ouvida-em-area-de-usina-nuclear-diz-tv.html

sexta-feira, 11 de março de 2011

Aprendendo com as tragédias

Estamos vendo, horrorizados, os efeitos do terremoto no Japão. É um tema tão violento, grave e chocante que precisamos medir as palavras e para o povo japonês manifestar nosso pesar e condolências.
Medir as palavras principalmente porque precisamos comparar o que acontece lá e aqui.
Nesse início de ano a região sudeste do Brasil, a teoricamente mais desenvolvida, passou por algumas horas de chuva intensa, que deixaram quase mil mortos e desaparecidos. No Rio Grande do Sul o povo perdeu muito sob os efeitos de uma cheia repentina, talvez não observando que a destruição de parte de uma rodovia construída sobre um aterro linear teve, talvez, o efeito do desmonte de um dique. O apagão da Engenharia Nacional é um pesadelo.
No Paraná disseram-nos que o radar meteorológico do Simepar estaria parado por falta de uma peça.
Enchentes, ventos e coisas parecidas matam muita gente, nada comparado, entretanto, às doenças tropicais, inclusive a dengue. Essa doença entrou pelo Brasil como se fosse num desfile de carnaval, enquanto nossas autoridades discutiam quem devia fazer o quê.
Blumenauense, sabemos o que significa ter de conviver com situações de risco e a importância da organização da comunidade. Não podemos depender de improvisações milagrosas, como a divina inspiração de prefeitos que mandam carros de som avisar a população.
Vimos as sereias/cornetas avisando o povo japonês do risco de um tsunami. Aqui, nem rotas de fuga temos se algo parecido acontecesse no nosso litoral em época de temporada.
A Natureza está mudando. Já cansamos de ouvir palestras de saquinhos de lixo e latinhas de cerveja, e o resto? Como enfrentar o futuro? Os japoneses estão mostrando o que significa um povo preparado para catástrofes, e nós? Campanhas de doações?
O que nossas autoridades priorizam? A Copa do Mundo? Pagamento de juros?
Estamos em março, até o final do ano será interessante contabilizar o número de mortos no Brasil e comparar esses gráficos com os de outros países.
Quantos brasileiros poderão estar vivos se de imediato o Governo dedicar ministérios, recursos e vontade para educar nosso povo a enfrentar catástrofes e na luta contra as epidemias e endemias, enchentes, ciclones, deslizamentos de terra etc.?
Crescemos vendo o trabalho da Malária (Serviço Nacional de Combate à Malária) em Santa Catarina, (uma doença violenta por lá até praticamente desaparecer (continua pior na Amazônia)), como chamávamos a SUCAM de hoje. Graças a um trabalho sistemático a malária caiu a números civilizados no litoral de Santa Catarina. As doenças tropicais, entretanto, estão aí (Scliar).
Vimos e convivemos pessoalmente com o povo de Santa Catarina e do Paraná em diversas enchentes. A Defesa Civil de Blumenau (Defesa Civil para a Comunidade), por exemplo, está longe do que deveria ser, com poucos recursos e muita competência, apesar das dificuldades, tem salvado muita gente.
E no Brasil?
Felizmente o conhecimento humano evolui exponencialmente, a inteligência não, lamentavelmente. O carnaval terminou, agora a volta à realidade e à contagem do número de mortos nas estradas, por enquanto empatando com o número de vítimas fatais do Japão.
Lá eles têm tufões, tsunamis, terremotos, etc.
Aqui temos vereadores, deputados, senadores etc. e uma tremenda inoperância do Poder Executivo, o interesse dos agiotas e especuladores nacionais e internacionais é mais importante e os bons projetos raramente merecem respeito.
Quando teremos governos sérios, responsáveis, objetivos? Precisamos de máxima competência, a Natureza está mostrando suas garras.
A esperança, felizmente, não morre. Vamos ver do que Sua. Excia. Dilma Rousseff é capaz.
O desafio não é pequeno.

Cascaes
11.3.2011

Defesa Civil para a Comunidade. (s.d.). Fonte: Prefeitura de Blumenau: http://www.blumenau.sc.gov.br/gxpsites/hgxpp001.aspx?1,7,83,O,P,0,MNU;E;54;1;5;6;MNU;,
Scliar, M. (s.d.). O Brasil e suas epidemias. Acesso em 11 de 3 de 2011, disponível em Jornalistas AM: http://www.jornalistasam.com.br/index.php/noticias/1/1524.html

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Portal contra o crime

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Demorou e chegou tarde para quem morreu

http://www.gazetadopovo.com.br/chuvadevastadora/conteudo.phtml?tl=1&id=1089093&tit=Apos-tragedia-no-Rio-ministro-admite-que-Defesa-Civil-precisa-melhorar

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

sábado, 15 de janeiro de 2011

DNOS

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Chuva provoca destruição e mortes na região serrana do Rio

Engenharia e política


As catástrofes que vão se tornando recorrentes demonstram o que Hannah Arendt disse em (A Vida Do Espírito):
“A ausência de pensamento é realmente um poderoso fator nos assuntos humanos; estatisticamente, é o mais poderoso deles, não apenas na conduta de muitos, mas também na conduta de todos. A premência, a a-scholia dos assuntos humanos, requer juízos provisórios, a confiança no hábito e no costume, isto é, nos preconceitos”.
Isso não é novidade, principalmente para aqueles que exerceram ou atuam como líderes de multidões. Os marqueteiros políticos que o digam.
O que preocupa, contudo, é superconcentração humana em alguns lugares nem sempre apropriados a essa situação. As chuvas mais fortes mostram desde um balneário como o de Camboriú até cidades padrão Curitiba ou São Paulo que estivemos sem administração técnica durante décadas. Simplesmente não há porquê ver ruas extravasando águas com tanta frequência e o pior, desabamentos e ocupações de lugares que de tão manjados já estão mapeados como áreas de risco. Os prejuízos podem ser colossais e o sofrimento de inúmeras pessoas maior ainda.
Incomoda, dói, irrita ver prioridades circenses quando mergulhamos em epidemias de dengue e a violência só aumenta por efeito da desmobilização de forças policiais, o que acontece quando não acompanham o crescimento populacional nem são equipadas para enfrentar máfias poderosas (ou seria por isso?).
Temos situações até favoráveis a soluções. A energia, exemplificando, deve crescer de custos e tornar-se um problema ambiental mais grave. Por quê não decuplicar usinas hidrelétricas que poderiam, se bem feitas e operadas, coletando água no planalto e despejando no atlântico (Henry Borden, Parigot de Souza, por exemplo) reduzir substancialmente o fluxo dos rios em períodos de ondas de instabilidade já previsíveis?
Onde está a política de drenagem das cidades? Vão querer resolver isso fazendo canteirinhos nas calçadas?
O que impede nossos legisladores e administradores públicos de racionalizar leis mal feitas e que ano a no matam e aleijam milhares de brasileiros?
Por quê não transferir capitais e até cidades para locais adequados? Quantos urbanistas e engenheiros o Brasil revelaria ao mundo... e isso poderá ser feito em forma de PPP ajustando-se incentivos a megaempresários dispostos a investir no Brasil, alguns, quem sabe, coerentes com discursos ambientalistas radicais.
O nosso povo demonstra as teses da Hannah Arendt, mas não precisaria exagerar. O que vemos na definição de ministros, secretários, diretores de estatais etc. é vergonhoso, ofensivo. Os partidos políticos e seus dignos chefes não mais se preocupam com a opinião pública. Para quê?
Nessa última eleição tivemos motivos mais do que evidentes para impugnações de candidaturas, aconteceram?
Falando de administração de nossas metrópoles não aceitamos desculpas, nelas temos as maiores concentrações de universidades, doutores e grandes lideranças. Será que não pensam? Ou se pensam, por quê não agem?
Cascaes
11.1.2011

Arendt, H. (2009). A Vida Do Espírito. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira.



sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Hiato Técnico



Infelizmente passamos por um tremendo hiato técnico que se refletiu em muitos acidentes ainda carentes de esclarecimentos reais.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

sábado, 4 de setembro de 2010