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domingo, 6 de maio de 2012

Geopolítica: fatos novos e guerras psicológicas que não notamos



De: Soriano Neto [mailto:msorianoneto@gmail.com]
Enviada em: domingo, 6 de maio de 2012 01:20
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: Fwd: comentário 132



Data: 5 de maio de 2012 20:18
Assunto: comentário 132
Para:

Comentário 132             06 de  maio de 2012
Assuntos: Geopolítica: fatos novos e guerras psicológicas que não notamos

Fato novo portador do futuro
       O gás de xisto promete mudar mapa geopolítico da energia, tornando auto suficientes algumas áreas hoje carentes, exatamente  os EUA e Europa. No caso dos EUA poderia fazer com que houvesse menos interesse em interferências no Oriente Médio, e os países que dependem da exportação do ouro negro (Oriente Médio, Rússia, Venezuela etc), verão, paulatinamente, suas receitas minguarem talvez ao ponto de ruptura. No entanto há a questão dos altos custos, e a utilização dessa nova fonte só se justificará se os preços do petróleo se mantiverem num patamar elevado. Também é significativa a questão da grande poluição que a exploração causa, mas tudo indica que a procura da segurança energética estará em primeiro lugar.

Desmascarada a farsa do Aquecimento Global
       O prof. de Climatologia da USP Ricardo Augusto Felício afirma que o aquecimento global é uma mentira; que o nível do mar continua o mesmo e que o “El Niño, um fenômeno natural e cíclico, é que o faz variar cerca de meio metro.Ricardo também afirmou que o efeito estufa é uma física impossível e que a camada de ozônio é uma coisa que não existe.
      James Lovelack, o ambientalista criador da Hipótese Gaia confessa: “Era uma farsa. Nada do que dissemos aconteceu, ou está para acontecer”.  Não há mais argumentos para as draconianas restrições ambientais. Há apenas interesses estrangeiros em evitar um “Japão” ao sul do Equador. Ou pior ainda se for  uma China.

Rio + 20
     A Royal Society de Ciência virá à Rio + 20 com a mesma tese do Clube de Roma, de que a humanidade correrá sérios riscos se os “emergentes”não controlarem o consumo.
     A Holanda continua insistente em prejudicar nossa agricultura, mas lá não tem Código Florestal. Não será a Holanda do Greenpeace, país que aterrou o mar para existir, que virá dizer que o Brasil, não pode ter soberania territorial e alimentar, para preservar as matas nativas. Ela que reconstitua as margens dos rios da pátria dela, ocupadas por tulipas.

Indianismo
      Pressionado por estrangeiros, governos anteriores homologaram terras e mais terras, nominalmente para índios, na verdade para as ONGs. Já é sabido que havia o interesse dos países hegemônicos em desmembrar o território nacional para que pudessem explorar a vontade as jazidas minerais. Felizmente a presidente Dilma criou um obstáculo no processo; incluiu consulta prévia ao Ministério de Minas e Energia antes de qualquer decisão da Funai. O resultado desse novo tratamento é que seis processos de homologação voltaram para reavaliação. Esses territórios haviam sido demarcados criminosamente, para impedir a construção de hidrelétricas.
      Na prática, agora foi incluída a questão do desenvolvimento econômico na concessão de terras indígenas. Até que enfim Os radicais indigenistas, apelando, perguntam quem pagará a demarcação se ela não mais for homologada...Caras de pau. Agora torcem para que as seis propostas que voltaram para o Min. das Minas e Energia sejam homologadas na “Rio + 20”. Se a Pátria for bem servida, quebrarão a cara.
      Entretanto na Bahia aconteceu o óbvio. Os índios levaram a melhor no STF. O mesmo destino da Raposa Serra do Sol se mostrará fatal na Bahia. Os agricultores terão de sair; a produção levará um tombo; índios, brancos, mestiços e negros perderão seus empregos e povoarão as favelas da cidade mais próxima. Em vez de o País produzir riquezas, vai  aumentar o dispêndio com a assistência aos índios. Mais uma decisão do STF a favor da demagogia politicamente correta e contra a produção. A esperança de um Brasil forte pode estar com a presidente ou até com a Câmara dos Deputados. Nunca com a Suprema Corte .

Boas notícias
       O Brasil se tornou um país independente na construção e certificação de motores para mísseis Exocet MM40, artefato antinavio de superfície de médio alcance. A informação foi dada em entrevista  dia 3 pela Marinha.
       Com o confisco da Petrobras, a Bolívia constatou que o leão era covarde, mas em pouco tempo nos livraremos da dependência boliviana. Uma enorme região na bacia do rio São Francisco foi demarcada e as respectivas concessões, leiloadas. No primeiro poço, sem alarde, foi medido meia Bolívia de gás natural (em Morada Nova, MG) . Agora o jogo será outro.

Taxa Selig
     Efeitos múltiplos: a redução da taxa Selig diminui significativamente o pagamento dos juros por parte do governo, liberando recursos para obras de infra estrutura e outras; diminui a entrada de capital especulativo contendo a baixa do dólar, o que dá algum oxigênio à industria Nacional, e ainda estimula aos capitalistas a aplicar o capital então disponível em investimentos produtivos.
    Entretanto provoca inflação e é claro que contraria interesses. Foi preciso coragem.

Não notamos, mas é uma guerra
     O Brasil foi programado pelo império anglo-americano para ser uma área de exploração de recursos naturais, semelhante à maioria dos países africanos. Aceitam até uma industrialização, controlada pelas transnacionais, com polpudas remessas de lucros, mas jamais uma industria nacional. As tentativas de implantá-las são boicotadas e destruídas com dumpings quando não com assassinatos.
      As estratégias usadas para a imposição do subdesenvolvimento envolvem o dinheiro e a corrupção nas eleições, na manutenção de um sistema formalmente democrático; o convencimento de que a entrada do capital estrangeiro favorece o desenvolvimento e complementa a poupança nacional; a destruição dos antigos valores culturais e da alma da nação; o fomento das divisões étnicas e de classes e até pressões políticas e militares diretamente junto ao governo. Tem como primeiro objetivo o livre comércio, ou a “globalização assimétrica”, evitando todo e qualquer protecionismo
    Os entreguistas, culminando com Collor e FHC, foram muito além da simples abertura ao comércio: fizeram o Estado brasileiro subsidiar os investimentos diretos estrangeiros, de forma inacreditável, e discriminar contra o capital nacional.
  O nosso Brasil só deixará de ser um país saqueado e enganado quando reverter, de modo cabal, tudo isso e a nossa mentalidade subjacente de colonizados. Mas chegaremos lá.

Deus guarde a todos nós

Gelio Fregapani


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Questões corporativas

domingo, 22 de abril de 2012

Poluição - formas de degradação

Poluição, um tremendo desafio. A Humanidade aos poucos, muito devagar, toma consciência do perigo representado pela poluição em todos os sentidos. A Democracia e a liberdade de expressão, onde existem, são extremamente saudáveis e instrumentos de combate à poluição. Reduzir a degradação humana, social, ambiental, planetária, enfim, significa mudar muitos hábitos e usar fortemente o que temos sobre o pescoço, da boca aos olhos, inclusive o que existir entre as orelhas, acesso aos ouvidos que perdem sensibilidade e um cérebro normalmente mal preparado. Rara é a pessoa medianamente instruída ou mais que se declare contra as lógicas ambientais. Mais difícil, contudo, é descobrir alguém que veja a poluição generalizada e cultivada por todos aqueles que ganham muito dinheiro com ela. Viemos de uma feira (ReaTech 2012) onde, entre boas e más informações, relembramos o peso do corporativismo e as causas egoístas, explicadas como cuidados especiais, que tanto mal fizeram a todos nós. A vontade era gritar, mas a idade recomenda tolerância diante de situações inevitáveis, mais ainda quando bem ou mal se resolvem. É importante, contudo, aplaudir sucessos. Em Curitiba conseguimos avançar, algo que foi mostrado com orgulho na Reatech (Reurbanização Inclusiva). O tema inclusão começa a ser discutido em templos tecnocráticos e talvez, diante dos programas federais [ (Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva: Ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, visita CTI Renato Archer) (Dilma anuncia investimento de R$ 150 milhões da FINEP para tecnologias assistivas, 2011) (Governo lança Viver sem Limite, 2011)], ganhe impulso. E a poluição nos Três Poderes? No dia 21 procuramos encontrar os manifestantes contra a corrupção no Centro Cívico em Curitiba (Cascaes, Manifestação em Curitiba, Centro Cívico, contra a corrupção - Anonymous). Conseguimos e constatamos a quantidade ainda diminuta de pessoas dispostas a mostrar a cara contra a degradação que sentimos no Brasil em tudo que águas ruins penetraram. Falar de corrupção já se tornou até enfadonho. Mais uma CPI (Comissão Para-lamentar de “Inganação”?). Agora, entretanto, a dimensão parece emparelhar com a do Mensalão, se não for maior. Extravasa o Planalto, afinal é difícil conter uma cachoeira..., ou seja, mais uma crise que irá atrapalhar o Brasil com resultados duvidosos, mas vale tentar corrigir rumos. A poluição em seu significado comum também merece atenção. Com a aproximação da “Rio+20” ( Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20) as emissoras de TV iniciaram programas bem feitos (ufa!) sobre o tema sustentabilidade. Ganha forma a racionalização da utilização dos recursos naturais, produtos industriais, comportamento etc. Voltando ao que se disse na ReaTech temos a visão de outras formas de poluição, como, por exemplo, a mecânica. Acidentes de trânsito deixarão algo em torno de cento e cinquenta mil brasileiros com lesões permanentes além dos 40 a 50 mil que matarão até o final deste ano, ou seja, poluição evidente, agora, neste ano de 2012, inegável que a própria mídia sustenta na promoção alucinada do uso de veículos motorizados. No Brasil a dependência de Brasília e seus tecnocratas é um pesadelo que pode até ser funcional em certos casos, mas coloca sobre nós equipes que não nos conhecem e têm poder para protelar decisões técnicas importantes. Tudo que acontece, entretanto, pode ser positivo. Escândalos inacreditáveis, acidentes absurdos, cenários degradados etc. mais a reação que se esboça criam esperanças de um mundo melhor. As tentativas de correção poderão estimular mudanças positivas, precisamos ser otimistas. Cascaes 22.4.2012 Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. (s.d.). Fonte: Rio+20: http://www.rio20.gov.br/sobre_a_rio_mais_20 Dilma anuncia investimento de R$ 150 milhões da FINEP para tecnologias assistivas. (18 de 11 de 2011). Fonte: BZPlan: http://www.bzplan.bz/pt/noticias/41-captacao-de-recursos/367-dilma-anuncia-investimento-de-r-150-milhoes-da-finep-para-tecnologias-assistivas- Governo lança Viver sem Limite. (17 de 11 de 2011). Fonte: Presidência - Casa Civil: http://www.casacivil.gov.br/noticias/2011/11/governo-lanca-viver-sem-limite Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: Reurbanização Inclusiva: http://reurbanizacao-inclusiva.blogspot.com.br/ Cascaes, J. C. (s.d.). Manifestação em Curitiba, Centro Cívico, contra a corrupção - Anonymous. Fonte: A favor da democracia no Brasil: http://afavordademocracianbrasil.blogspot.com.br/2012/04/blog-post.html Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva: Ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, visita CTI Renato Archer. (s.d.). Acesso em 6 de 4 de 2012, disponível em Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer: http://www.cti.gov.br/index.php/noticias/890-centro-nacional-de-referencia-em-tecnologia-assistiva-ministra-maria-do-rosario-da-secretaria-de-direitos-humanos-da-presidencia-da-republica-visita-cti-renato-archer-.html

segunda-feira, 19 de março de 2012

terça-feira, 13 de março de 2012

Tinnitus - o resultado de acidentes, poluição, doenças e ...

A surdez, tinnitus e a Tecnologia
Já não me lembro exatamente quando, mas provavelmente na década de oitenta comecei a ouvir um zumbido que aparecia e desaparecia, principalmente no silêncio da noite. Incomodava e foi aumentando, no lado esquerdo, uma frequência, duas, mais e mais na faixa alta. Naturalmente procurei o apoio de médicos e fiz alguns exames. Parei com um consolo de uma médica: “quando perdesse totalmente a audição o barulho desapareceria”...
O barulho, que aprendi ter um nome estranho “tinnitus” (ZUMBIDO), aumentou, agora do lado direito os sons graves, no lado esquerdo os agudos e no centro o maestro comandando a barulheira permanente.
De três anos para cá a perda de audição acelerou e assim cresce a esperança de mais cedo ou tarde deixar no passado a companhia de uma orquestra indesejável.
Quando o problema começou procurei informações com as limitações da época. Mais tarde, com a internet, a notícia de que na Europa faziam pesquisas e já produziam alguns aparelhos experimentais gerou expectativas, que praticamente esquecemos.
Aprende-se a viver de qualquer jeito...
Felizmente muitos povos valorizam a pesquisa, desenvolvimento e produção de soluções. Ótimo! A esperança não morre.
Com satisfação vi (só agora) na “Revista Corpore” (Que barulho é esse?, 2011) que os zumbidos, afetando 17% da população mundial (percentual que talvez aumente com o crescimento da expectativa de vida), motivando indústrias e especialistas no assunto, pode ter cura. Os diagnósticos estão se aprimorando assim como as soluções. Que maravilha!
Preocupante, contudo, é notar que nosso povo despreza (ou desconhece) causas e efeitos desse pesadelo. Não temos cuidados com a poluição sonora, exceto em indústrias onde o tema é levado a sério. Estranhamente o que vale dentro das empresas é totalmente desprezado do lado de fora, o que talvez explique parte do volume de lesionados no nosso planetinha, pois o Brasil não é exceção.
Aqui em Curitiba, uma cidade que se diz ecológica, a situação chega a ser absurda, pois na região central temos muitos hospitais, maternidades, clínicas, imóveis residenciais etc., tudo isso sem qualquer restrição à realização de comemorações tremendamente barulhentas, quando buzinas se associam a fogos de artifício para festejar qualquer coisa, sem contar com o dia a dia em que motores produzem gases e ruídos absurdos.
Tanto a surdez quanto o tinnitus podem ser evitados ou corrigidos, dependendo de recursos técnicos e financeiros do paciente e acessibilidade à boa orientação. Não podemos, contudo, esquecer que não é difícil servirmos de cobaias ou simplesmente fonte de renda nas mãos de profissionais insensíveis. Assim é importante procurar assistência com extremo critério, pois um diagnóstico equivocado dificilmente matará, mas poderá infernizar o resto da vida.
Navegando na internet, após a leitura da reportagem citada “Que barulho é esse”, descobrimos alguns portais interessantes [ (About ATA), (Cida Queirós) etc.] que poderão eventualmente ajudar pessoas em condições de procurar bons centros clínicos.
A realidade é que, desejando qualidade de vida, precisamos mudar comportamentos arraigados em nossa cultura assim como aprender muito sobre a vida saudável, algo absolutamente necessário a quem desejar chegar à terceira idade em condições de aproveitá-la ao máximo.
Cascaes
11.3.2012
About ATA. (s.d.). Acesso em 11 de 3 de 2012, disponível em American Tinnitus Association - ATA: http://www.ata.org/about-ata
Cida Queirós, E. F. (s.d.). Acesso em 5 de 3 de 2012, disponível em Zumbido: só quem tem, sabe o que é!: http://zumbido-tinnitus.blogspot.com/
Philippi, F. F. (s.d.). ZUMBIDO. Acesso em 11 de 3 de 2012, disponível em FO - Fundação Otorrinolaringologia: http://www.forl.org.br/pdf/seminarios/seminario_45.pdf
Pires, T. (2011). Que barulho é esse? Revista Corpore(30), 66, 67.

domingo, 11 de março de 2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Quintal acolhedor para os pássaros

Nada como poder ouvir o canto dos pássaros no quintal de casa. Para se ter esta maravilha da natureza basta transformar o seu quintal em um local atrativo para eles. Veja a seguir 10 dicas publicadas pela revista 'Vida Simples' para transformar seu jardim e conquistar os pássaros da redondeza.




1. Instale a bandeja do comedouro em altura suficiente para que não possa ser acessada por intrusos como cães, gatos e outros.

2. Escolha um local próximo a uma árvore para que os pássaros tenham sombra e um ponto de abrigo.

3. Água, arroz, migalhas de pão, sementes e frutas podem fazer parte do cardápio. Abacate, mamão, banana e goiaba estão entre as frutas mais apreciadas.

4. Uma vez iniciada, a prática de oferecer alimentos não deve ser interrompida abruptamente. Principalmente nas cidades, os visitantes se acostumam com o alimento fácil à disposição e podem sofrer com a falta.

5. Higienizar bem o comedouro e eventuais recipientes é muito importante. As garrafinhas com água e açúcar para beija-flores exigem atenção especial. É preciso lavá-las semanalmente com água e cloro, além de trocar a água todos os dias.

6. Ter um quintal ou mesmo um canteiro já é o suficiente para plantar uma árvore frutífera que vai atrair os pássaros. Pitangueira, abacateiro, goiabeira, ameixeira e amoreira são algumas boas opções.

7. Mesmo a varanda de um apartamento pode ser um espaço propício para a visita de pássaros. A dica é ter um arbusto frutífero ou florífero em um vaso.

8. Beija-flores gostam de espécies floríferas como escova-de-garrafa, grevílea-anã, ipê e sanquésia, por exemplo.

9. Uma grevílea-anã em flor corresponde ao mesmo que uma garrafinha de água com açúcar por dia. Generosa, ela floresce quase o ano todo.

10. A arborização de parques, avenidas e jardins públicos pode ser feita com espécies que atraem os pássaros. Cada um pode influenciar no destino da vizinhança e do bairro para transformar a cidade em um ambiente mais amigo dos pássaros.

Algumas árvores frutíferas e as espécies de pássaros que elas atraem:

Acerola: atrai sanhaços, saíras, sabiás

Abacateiro: atrai sabiás, sanhaços, jacus, pica-paus

Amoreira: atrai sabiás, sanhaços, bem-te-vis, saíras

Bananeira: atrai tico-ticos, sanhaços, sabiás, saíras

Cajueiro: atrai sabiás, sanhaços, saíras, periquitos, papagaios

Caquizeiro: atrai saíras, sabiás, bem-te-vis

Figueira: atrai tucanos, periquitos, jacus tico-ticos, tangarás

Gabirobeira: atrai sanhaços, sabiás, saíras

Goiabeira: atrai periquitos, sanhaços, sabiás, tiés, saíras

Jabuticabeira: atrai periquitos, sanhaços, saíras, sabiás

Mamoeiro: atrai tucanos, sabiás, sanhaços, pica-paus

Pitangueira: atrai sabiás, bem-te-vis, jacus, saíras, arapongas

(Fonte: Vida Simples)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Uso múltiplo das águas, cheias e secas – Meio Ambiente, ANA e ANEEL

Um cenário que se repete ano a ano e que irrita diante da omissão criminosa dos Governos (em todos os níveis) é saber que temos brasileiros submetidos, a maior parte deles, à violência das águas por excesso ou falta desse líquido precioso quando bem usado..
A raiva aumenta quando observamos as prioridades e programas de obras, a preocupação mórbida do Banco Central em seguir uma estratégia infeliz de combate à inflação (inibindo investimentos importantes) e a mediocridade de lideranças políticas e corporativas diante do pesadelo que um Brasil tropical está sujeito, mas que poderia ser minimizado se houvesse vontade, determinação e competência. Aliás, sobre a atuação dos Bancos Centrais vale a pena ver o filme (Trabalho Interno), imperdível para quem quiser entender uma dinâmica que no Brasil tem sua forma específica de agir.
Sabemos que muito pode e deve ser feito para se garantir a segurança dos brasileiros, mais ainda quando muitas concessões (usinas hidroelétricas) estão prestes a vencer, ou seja, é o momento de formular e discutir reformas importantes e obras complementares.
Aprendemos muito em momentos terríveis.
Na diretoria de Operação da Copel enfrentamos uma enchente assustadora na década de noventa. Por sorte ela coincidiu com uma reunião do pessoal que cuida dos rios em Curitiba entre a Eletrosul e a Copel. Apesar de inúmeros doutores no assunto só abrimos as comportas no último minuto, ainda com hesitação dos operadores... As informações meteorológicas eram precárias, mas a frente de instabilidade passara antes pelo Rio Grande do Sul, possibilitando uma antevisão do que teríamos aqui.
Isso motivou muitas coisas, desde a utilização de relatórios quase instantâneos graças à competência do pessoal de Informática da Copel até a proposta, adiante, da criação do que viria a ser o SIMEPAR (SIMEPAR - Tecnologia e Informações Ambientais), isso sem falar na revisão do sistema de telecomunicações que era insuficiente diante do potencial que se abria com as fibras óticas, assim como uma revisão das normas operacionais para a Usina Governador Bento Munhoz da Rocha Netto (COPEL).
Ou seja, aos poucos descobrimos os limites, virtudes e defeitos da tecnocracia da empresa, assim como o tremendo potencial que a Engenharia permitia e não era usada.
Teremos revisões de concessões e a passividade de determinadas agências, ministérios e secretarias precisam mudar, interagindo com o Poder Político e a sociedade civil organizada e criando propostas melhores, mais ajustadas às nossas necessidades.
O Brasil possibilita grandes, médios e pequenos projetos a favor de sua segurança e maior produtividade. Escrevemos nesse espaço, Paraná Político, o artigo “Pesadelos com bons paliativos”. Muitos outros poderão ser produzidos, contando histórias que vivemos pessoalmente em diversos cenários.
Um livro que merece ser lido, valendo pelo registro das mudanças brutais do clima e do nível dos oceanos, entre outras coisas, é (Uma breve História do Mundo). A pergunta que devemos fazer é: seremos passivos?
O Brasil está investindo pesado em obras nem sempre prioritárias, algumas polêmicas e caras, como, por exemplo, a preparação do país para a Copa do Mundo de 2014. Até parece que estamos em 1950, quando o Mundo estava quebrado e os brasileiros desperdiçaram muito dinheiro...
Às vítimas das secas e enchentes perguntamos se já ouviram falar da ANA (Agência Nacional de Águas - ANA) e ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica - ANEEL); se conhecem a fundo as atribuições dos órgãos de Defesa Civil e Meio Ambiente; se imaginaram que poderiam estar em situação melhor se houvéssemos priorizado nossas necessidades, em vez de dar atenção excessiva a propostas oportunistas de ONGs e fundações externas ao Brasil, além de modismos irresponsáveis?
Sendo de Santa Catarina e de Blumenau vimos em desespero de causa o desinteresse de políticos e tecnocratas na formulação e defesa de projetos que poderiam reduzir a violência das enchentes. Só quem morou ou vive em lugares perigosos sabe quanto pode significar um centímetro a mais ou a menos no nível das águas, informações objetivas e boa engenharia. Parece que nosso povo catarinense começa a reagir. E no resto do Brasil, como enfrentaremos o século 21 e a possibilidade de mudança em perfis hidrológicos, clima etc.?

Cascaes

4.1.2012

(s.d.). Fonte: Agência Nacional de Águas - ANA: http://www2.ana.gov.br/Paginas/default.aspx
(s.d.). Fonte: Agencia Nacional de Energia Elétrica - ANEEL: http://www.aneel.gov.br/
(s.d.). Fonte: SIMEPAR - Tecnologia e Informações Ambientais: http://www.simepar.br/
Blainey, G. (s.d.). Uma breve História do Mundo (2 ed.). Fundamento Educacional.
Cascaes, J. C. (s.d.). Trabalho Interno. Fonte: Livros e Filmes Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com/2012/01/trabalho-interno.html
COPEL. (s.d.). Usina Bento Munhoz da Rocha Netto. Fonte: COPEL: http://www.copel.com/hpcopel/root/nivel2.jsp?endereco=%2Fhpcopel%2Froot%2Fpagcopel2.nsf%2F044b34faa7cc1143032570bd0059aa29%2Fe307f2c9b2edc56303257412004fdb91

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O lixo e a cidadania



quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Drenagem em Curitiba - um plano importantíssimo



http://www2.gazetadopovo.com.br/aguasdoamanha/noticias/post/id/154/titulo/Plano+de+drenagem+de+Curitiba+fica+para+2012

Consórcio Brasil de estudos e anteprojetos

Consórcio Brasil de estudos e anteprojetos
Chegou a hora (há muito tempo) de se fazer um estudo minucioso do Brasil inteiro, cidade a cidade, com a melhor equipe de profissionais possível. Talvez com a supervisão de outros grandes laboratórios, empresas e da sociedade em geral devamos refazer tudo, de norte a sul, leste a oeste.
Temos uma miríade de pequenos estudos, nada realmente confiável.
O grande desafio é justamente eleger os especialistas e formar uma grande equipe de pessoas vacinadas contra modismos e ONGs estrangeiras.
Podemos fazer muito. O Brasil permite grandes projetos de drenagem, canais, barragens, urbanismo, mobilidade, saneamento básico etc. O que não é possível é acreditar na legislação existente, que nos impôs a mediocridade técnica. Para os maus políticos foi um maná. Ela permite questionamentos morais e atendimento a interesses especiais, afinal quem é desonesto entende de leis e costuma estar bem apoiado em grandes bancas de advocacia. Assim como em muitas profissões os custos são elevados, um grande urbanista, um especialista em hidrologia, energia, sociologia etc. custam caro.
Precisamos formar essa superequipe.
A decisão de realizar a Copa do Mundo no Brasil está sendo um exemplo trágico de improvisação. Deve servir de lição para nunca mais acontecer algo semelhante no Brasil.
Nosso país permite novas cidades, capitais, descentralização da população. O adensamento e o crescimento da área urbana na Serra do Mar é algo criminoso, absurdo. O portal (VectorBHZ, 2006) merece ser visto, pensado e analisado.
Do detalhe ao geral, o Brasil precisa ser refeito.
Vimos a experiência de Blumenau com o Programa Blumenau Século 21 e seus resultados. A PMB lançou edital para a reurbanização da cidade. Uma empresa do Paraná venceu e os resultados foram excelentes. Infelizmente as enchentes atrapalharam muito, afinal esse pesadelo continua existindo, pois travaram um belo programa que parece, finalmente, ganhar força (Pereira, 2011). Com certeza, quem não é afetado pelas enchentes ou pretende algo diferente cria caso. O chato e sabe é quem só viveu, como foi nosso caso, enchentes dentro de casa, podendo valorizar um centímetro a mais ou a menos de água, assim como bons serviços de apoio a flagelados.
Devemos falar de meio ambiente e ecologia e muitas soluções existem a curto, médio e longo prazo. O que não é possível é a eterna improvisação e miopia de nossos técnicos e administradores. Precisamos pensar no Brasil 2050 (Cascaes), quais são as propostas?
Basta caminhar pelo bairro em que moramos, conversar com moradores e trabalhadores para descobrir erros de todos, nossos e dos administradores da cidade. Ainda ontem, dia 10 de janeiro de 2011, ouvimos detalhes tristes do bairro em que residimos (Cascaes, Problemas na Vila Izabel - conversando com o Sr Jorge e trabalhadores, 2012) assim como revimos calçadas que fazem do bairro um lugar perigoso para o pedestre.
Os problemas de nossas cidades são grandes, do Brasil mais ainda. Devemos e agora podemos corrigir situações de risco e de agravamento da qualidade de vida dos brasileiros.
Precisamos de um PAC 2 consciente e competente.
Quando o teremos?

Cascaes
11.1.2012
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: Brasil - 2050: http://brasil-2050.blogspot.com/
Cascaes, J. C. (10 de 1 de 2012). Problemas na Vila Izabel - conversando com o Sr Jorge e trabalhadores. Fonte: Contracapa Curitibana: http://contracapacuritibana.blogspot.com/2012/01/problemas-na-vila-izabel.html
Pereira, M. (29 de 11 de 2011). Cheias: obras em 2012. Fonte: Jornal de Santa Catarina: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,181,3611255,18673
VectorBHZ. (19 de 10 de 2006). Comparação das manchas urbanas de cidades brasileiras. Fonte: VectorBHZ: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=401380

ARTIGO PUBLICADO EM PARANÁ POLÍTICO

domingo, 8 de janeiro de 2012

A água, amiga ou inimiga

Uso múltiplo das águas, cheias e secas – Meio Ambiente, ANA e ANEEL
Um cenário que se repete ano a ano e que irrita diante da omissão criminosa dos Governos (em todos os níveis) é saber que temos brasileiros submetidos, a maior parte deles, à violência das águas por excesso ou falta desse líquido precioso quando bem usado..
A raiva aumenta quando observamos as prioridades e programas de obras, a preocupação mórbida do Banco Central em seguir uma estratégia infeliz de combate à inflação (inibindo investimentos importantes) e a mediocridade de lideranças políticas e corporativas diante do pesadelo que um Brasil tropical está sujeito, mas que poderia ser minimizado se houvesse vontade, determinação e competência. Aliás, sobre a atuação dos Bancos Centrais vale a pena ver o filme (Trabalho Interno), imperdível para quem quiser entender uma dinâmica que no Brasil tem sua forma específica de agir.
Sabemos que muito pode e deve ser feito para se garantir a segurança dos brasileiros, mais ainda quando muitas concessões (usinas hidroelétricas) estão prestes a vencer, ou seja, é o momento de formular e discutir reformas importantes e obras complementares.
Aprendemos muito em momentos terríveis.
Na diretoria de Operação da Copel enfrentamos uma enchente assustadora na década de noventa. Por sorte ela coincidiu com uma reunião do pessoal que cuida dos rios em Curitiba entre a Eletrosul e a Copel. Apesar de inúmeros doutores no assunto só abrimos as comportas no último minuto, ainda com hesitação dos operadores... As informações meteorológicas eram precárias, mas a frente de instabilidade passara antes pelo Rio Grande do Sul, possibilitando uma antevisão do que teríamos aqui.
Isso motivou muitas coisas, desde a utilização de relatórios quase instantâneos graças à competência do pessoal de Informática da Copel até a proposta, adiante, da criação do que viria a ser o SIMEPAR (SIMEPAR - Tecnologia e Informações Ambientais), isso sem falar na revisão do sistema de telecomunicações que era insuficiente diante do potencial que se abria com as fibras óticas, assim como uma revisão das normas operacionais para a Usina Governador Bento Munhoz da Rocha Netto (COPEL).
Ou seja, aos poucos descobrimos os limites, virtudes e defeitos da tecnocracia da empresa, assim como o tremendo potencial que a Engenharia permitia e não era usada.
Teremos revisões de concessões e a passividade de determinadas agências, ministérios e secretarias precisam mudar, interagindo com o Poder Político e a sociedade civil organizada e criando propostas melhores, mais ajustadas às nossas necessidades.
O Brasil possibilita grandes, médios e pequenos projetos a favor de sua segurança e maior produtividade. Escrevemos nesse espaço, Paraná Político, o artigo “Pesadelos com bons paliativos”. Muitos outros poderão ser produzidos, contando histórias que vivemos pessoalmente em diversos cenários.
Um livro que merece ser lido, valendo pelo registro das mudanças brutais do clima e do nível dos oceanos, entre outras coisas, é (Uma breve História do Mundo). A pergunta que devemos fazer é: seremos passivos?
O Brasil está investindo pesado em obras nem sempre prioritárias, algumas polêmicas e caras, como, por exemplo, a preparação do país para a Copa do Mundo de 2014.  Até parece que estamos em 1950, quando o Mundo estava quebrado e os brasileiros desperdiçaram muito dinheiro...
Às vítimas das secas e enchentes perguntamos se já ouviram falar da ANA (Agência Nacional de Águas - ANA) e ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica - ANEEL); se conhecem a fundo as atribuições dos órgãos de Defesa Civil e Meio Ambiente; se imaginaram que poderiam estar em situação melhor se houvéssemos priorizado nossas necessidades, em vez de dar atenção excessiva a propostas oportunistas de ONGs e fundações externas ao Brasil, além de modismos irresponsáveis?
Sendo de Santa Catarina e de Blumenau vimos em desespero de causa o desinteresse de políticos e tecnocratas na formulação e defesa de projetos que poderiam reduzir a violência das enchentes. Só quem morou ou vive em lugares perigosos sabe quanto pode significar um centímetro a mais ou a menos no nível das águas, informações objetivas e boa engenharia. Parece que nosso povo catarinense começa a reagir. E no resto do Brasil, como enfrentaremos o século 21 e a possibilidade de mudança em perfis hidrológicos, clima etc.?

Cascaes

4.1.2012

(s.d.). Fonte: Agência Nacional de Águas - ANA: http://www2.ana.gov.br/Paginas/default.aspx
(s.d.). Fonte: Agencia Nacional de Energia Elétrica - ANEEL: http://www.aneel.gov.br/
(s.d.). Fonte: SIMEPAR - Tecnologia e Informações Ambientais: http://www.simepar.br/
Blainey, G. (s.d.). Uma breve História do Mundo (2 ed.). Fundamento Educacional.
Cascaes, J. C. (s.d.). Trabalho Interno. Fonte: Livros e Filmes Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com/2012/01/trabalho-interno.html
COPEL. (s.d.). Usina Bento Munhoz da Rocha Netto. Fonte: COPEL: http://www.copel.com/hpcopel/root/nivel2.jsp?endereco=%2Fhpcopel%2Froot%2Fpagcopel2.nsf%2F044b34faa7cc1143032570bd0059aa29%2Fe307f2c9b2edc56303257412004fdb91




Pesadelos  com bons paliativos
O início do período de chuvas fortes e seus pesadelos mostram como perdemos tempo, dinheiro e vidas humanas desprezando o que a Humanidade já sabe fazer há muito tempo.
A Engenharia, apesar das ARTs (ART - Anotação de Responsabilidade Técnica) e alvarás, ou dizendo o contrário, ignorando a necessidade de bom planejamento urbano e rigor técnico a favor de sentimentos de direito discutíveis, viabilizou por ação ou omissão diante de leis demagógicas ou oportunistas a ocupação de lugares perigosos ou de preservação ambiental racional.
Paramos no tempo também, ou pior, regredimos com medo de propor coisas que possam desagradar os gurus verdes e direitos humanos mal definidos.
Maravilhosamente chegamos a uma condição de resolver nossos problemas, se isso for prioridade política.
Além do respeito à Natureza o Brasil, sua geologia, hidrologia, topografia etc. já permitem sonhar com algo mais do que simplesmente voltar aos tempos das florestas.
Graças à evolução tecnológica e à existência de bons serviços de meteorologia e, quem sabe, no futuro trabalhos confiáveis de climatologia com sistemas eficazes de aquisição e processamento de dados, tudo nas mãos de profissionais especialmente treinados e respeitados, bem pagos e motivados, será possível a viabilização de mega-sistemas de coleta, acumulação, desvio e distribuição de águas das chuvas entre diversas bacias, lagos, grandes rios e o oceano é uma possibilidade real de enfrentar períodos tormentosos que ainda não exploramos, possibilitando-nos refletir sobre os PACs e outros programas em andamento. Prioridades?
A exemplo de muitos países desenvolvidos (Construir canais e diques, uma experiência milenar na Holanda, 2010) e até milenares  (Grande Canal da China)  podemos reduzir os efeitos das enchentes e períodos de estiagem com obras relativamente simples, apesar de monumentais, se tivermos disposição e competência.
Os projetos em desenvolvimento no Brasil mostram custos que já fazem de Itaipu uma simples etapa e dão a certeza de que chegamos ao ponto de sonhar com Engenharia real e de alto nível a favor do nosso povo.
Temos perto de Curitiba e da cidade de São Paulo, por exemplo, duas hidroelétricas que poderiam ser vinte vezes maiores e terem múltiplas funções, desde que complementadas com reservatórios distribuídos e canais interligando microbacias, reservatórios e a costa atlântica.
O preço da energia elétrica, um detalhe menor se considerarmos o ganho com a segurança no abastecimento de água e esgotamento de excessos, tudo considerado, pensado e ajustado ao que pudermos fazer, justificaria essa visão que já teve uma preliminar na década de sessenta quando recebemos na Escola Federal de Engenharia de Itajubá o convite para trabalhar na COPEL, turma de 1968. O Projeto de Reversão do Rio Negro, à época considerado apenas para geração de energia elétrica, daria uma usina de quatro mil MW ao Paraná.
Era energia demais para o sul do Brasil e foi substituído por hidrelétricas menores.
Agora temos carga, dinheiro, sistema de transmissão pesado, tecnologia e condições de realizar algo realmente capaz de trazer um conjunto de benefícios ao povo brasileiro.
Basicamente devemos pensar em unir bacias, criar sistemas de acumulação de água e aproveitamento residual em energia elétrica, unindo sistemas hídricos e aproveitando, quando existir a proximidade do mar, o desvio para redução de fluxo e geração de energia em grande quantidade, possível graças aos grandes desníveis que a Serra do Mar criou.
Vale registrar a sinergia total se soluções dessa espécie acontecerem. Na situação atual temos apenas um circuito para as águas, a calha de seus rios. Interligando-os teremos mais um (pelo menos) instrumento de regulação extremamente importante.
Sempre vale lembrar que muitos rios brasileiros nascem perto do mar para então seguirem cursos enormes até desaguarem no Atlântico.
Estaremos construindo “caixas d’água” e “ladrões” para não sermos surpreendidos por enchentes ou secas evitáveis.
Há dois milênios os chineses fizeram imensos canais e diques com enorme sucesso e nós estamos ainda desperdiçando água e perdendo oportunidades, pode?
Logo o Governo Federal deverá rever concessões via ANEEL, é hora de por essas hipóteses em discussão.
Evidentemente um programa desses deve ser antecedido por estudos e anteprojetos cuidadosamente elaborados, discutidos, analisados. Nada pode ser feito sem ponderações e avaliações precisas. Felizmente temos no Brasil cultura, laboratórios e boas equipes para esse tipo de trabalho. É só querer.

Cascaes
23.12.2011
ART - Anotação de Responsabilidade Técnica. (s.d.). Fonte: CREA-PR: http://www.crea-pr.org.br/crea3/html3_site/art_inicial_duvidas.htm
Castro, H. (4 de 11 de 2010). Construir canais e diques, uma experiência milenar na Holanda. Fonte: Viajologia: http://colunas.epoca.globo.com/viajologia/2010/11/04/construir-canais-e-diques-uma-experiencia-milenar-na-holanda/
Grande Canal da China. (s.d.). Fonte: Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Canal_da_China

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Hidroeletricidade


De: Soriano Neto [mailto:msorianoneto@gmail.com]
Enviada em: terça-feira, 3 de janeiro de 2012 22:48
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: Fwd: Hidroeletricidade, matéria-prima indispensável para o desenvolvimento do país.



Data: 3 de janeiro de 2012 09:30
Assunto: Hidroeletricidade, matéria-prima indispensável para o desenvolvimento do país.
Para:



UM EXCELENTE ARTIGO, DE QUEM CONHECE O ASSUNTO PARA CESSAR A DISCURSEIRA DOS ECOCHATOS A SERVIÇO DO ROMANTISMO OU DO 1º MUNDO, ASSIM COMO PARA INFORMAR ÀS "VACAS DE PRESÉPIO" QUE ATACAM A HIDRELÉTRICA PORQUE ACHAM QUE É CHIQUE.
PARA SORTE DO BRASIL O POVINHO POCOTÓ TEM DE DORMIR À NOITE, O QUE DÁ ALGUM TEMPO PARA O PAÍS SE REFAZER!

 Hidroeletricidade, matéria-prima indispensável para o desenvolvimento do país.
Uma boa discussão / Artigo / Carlos R. A. Nascimento
29/12/2011
CARLOS R. A. NASCIMENTO é diretor-presidente da Norte Energia, responsável pela Hidrelétrica de Belo Monte.

A geração de energia no Brasil jamais foi debatida com tamanha intensidade e paixão. A construção da Hidrelétrica Belo Monte tem sido motivo de embates acalorados envolvendo especialistas, estudantes e leigos. Isso contribui para disseminar a importância da hidroeletricidade como matéria-prima indispensável para o desenvolvimento do país e a consequente geração de emprego e renda para os brasileiros, especialmente aqueles da região do Xingu e do estado do Pará.
O Brasil tem pela frente o desafio de, anualmente, incorporar mais 5 mil megawatts ao Sistema Interligado Nacional, de modo a garantir energia a um país cuja expansão da economia tem superado a de nações como Estados Unidos, Alemanha e Japão. E, em que pese a divergência de opiniões acerca da construção de Belo Monte, é indiscutível que a energia hidrelétrica é a mais segura, confiável, limpa, renovável, além de mais viável economicamente. Principalmente em um país como o nosso, que detém o maior potencial hídrico do mundo, mas que explora apenas 30% dessa capacidade.
Conhecer mais a fundo o projeto de Belo Monte é o primeiro passo para um debate saudável. Não há mais espaço para discursos vazios e informações equivocadas. Os jovens brasileiros, principalmente os universitários, mostraram que a sociedade está "ligada" e pronta para fazer um debate sério quando confrontada.
Belo Monte terá um reservatório de 503km2, sendo que 228km2 são a própria calha do rio. E parte do restante já não é a mítica floresta virgem, mas sim área de criação de gado e de agricultura. A ideia de um reservatório gigante que iria atingir terras indígenas já está ultrapassada: a área total alagada é, hoje, pouco mais de 1/3 do previsto na década de 90, quando foi estimada em 1.225km2.
Os alardeados efeitos sobre as terras indígenas e a ideia de que os índios serão expulsos de suas terras já não têm espaço. Nenhuma terra indígena será alagada por conta de Belo Monte. E mesmo aqueles que moram na região da Volta Grande do Xingu terão garantidas suas atividades habituais de pesca e navegação, uma vez que será mantido um hidrograma de vazões do rio com esse fim.
A maior parte da eletricidade gerada por Belo Monte (70%) já está vendida para 27 distribuidoras de todo o país. Energia que irá suprir a demanda de consumidores residenciais, comerciais e industriais. O preço fechado no leilão, de R$77,97/MWh, é um dos mais baixos praticados, o que contribui para a modicidade tarifária.
A região do Xingu já vem mudando, e para melhor. Isso já é percebido em Altamira e nos demais 10 municípios da região, por meio de investimentos na área social e ambiental: construção e reforma de escolas, unidades de saúde, saneamento básico, segurança pública, além da geração de milhares de empregos para moradores locais, que já representam 67% dos empregados nas obras de Belo Monte, dos quais 15% são mulheres.
Nossa matriz tem mais de 86% de energia gerada por fontes limpas e renováveis, contra apenas 19% do restante do mundo e de 17% dos países desenvolvidos. Isso, ao lado de sermos hoje a sétima maior economia do mundo, começa a incomodar muita gente!

De outro amigo:

Enviada em: terça-feira, 3 de janeiro de 2012 22:23
Assunto: Fwd: Enc: Inaugurada nova era de geração hidrelétrica na Amazônia


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Porto Velho, 21 - A Hidrelétrica de Santo Antônio, que será a sexta maior do País e fica em Rondônia, no Rio Madeira, deve começar a gerar energia no próximo dia 28. Nessa data, a primeira das 44 turbinas da usina deve ser ligada de forma definitiva. Será a primeira turbina do tipo "bulbo" a operar na bacia amazônica – uma questão técnica que representa uma enorme mudança no modo como a região utiliza seu potencial hidrelétrico.

Isso porque a turbina bulbo aproveita a correnteza natural do rio, sendo capaz de gerar energia em larga escala sem que uma grande área da floresta seja alagada.

Assim, Santo Antônio será o oposto dos últimos empreendimentos feitos na bacia hidrográfica mais importante do País. Em 1980, o governo inaugurou a usina de Balbina (AM), considerada um desastre pela imensa área alagada e a produção pífia. Ainda no fim do regime militar, foi construída a hidrelétrica de Tucuruí, uma das maiores do Brasil, mas que também deixou muita floresta debaixo d'água (2.414 km2, contra 350 km2 em Santo Antônio) – e que, no mais, fica numa região do Pará já quase fora da bacia amazônica.

Santo Antônio fica próxima ao coração da região amazônica e terá a melhor relação entre área alagada e energia gerada, em comparação com qualquer usina brasileira. Sozinha, irá produzir 3.150 MW, cerca de 3% da atual capacidade elétrica do País. Em conjunto com Jirau, vai formar o Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira, que deve adicionar 6.600 MW ao sistema nacional de energia.

Após a entrada em operação dessa primeira turbina, as outras serão inauguradas num ritmo médio de uma por mês, até que, em 2016, todas estejam funcionando. A concessionária adiantou em um ano o início da geração, que ocorreria em dezembro de 2012, para antecipar receitas, mas não divulga o quanto isso vai adicionar ao caixa. O plano era fazer um evento de inauguração, que contaria com a presença da presidenta Dilma. Mas, por motivos técnicos, a turbina só poderá ser ligada nos últimos dias de dezembro, data desfavorável para a agenda política.

Primeira grande obra do governo Dilma e parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a usina de Santo Antônio é também um superlativo esforço de engenharia. No momento, 18 mil pessoas trabalham no canteiro de obras – chegou a ser 20 mil. Elas consomem 78.800 quilos de carne, 800 mil xícaras de café e 11.400 sacos de arroz por mês. A quantidade de concreto usada na construção seria suficiente para erguer 37 estádios do Maracanã. O aço empregado faria 18 torres Eiffel. O custo total deve passar dos R$ 15 bilhões.

Santo Antônio será a primeira grande usina brasileira a usar turbinas bulbo. A tecnologia já existe no País, mas em projetos menores, como a hidrelétrica de Igarapava (MG). A hidrelétrica do Rio Madeira será a maior do mundo a usar turbinas do tipo – a segunda fica no Japão e tem apenas nove turbinas. A turbina que será ligada no final do mês mede 8,15 metros de diâmetro – é menor apenas que as usadas em Murray Lock (EUA) – e tem capacidade de gerar, numa vazão ideal, 71,6 MW.

As turbinas bulbo permitem a criação de usinas do tipo “fio d’água”, ou seja, todo o volume de água que chega à barragem corre para o outro lado – não há reservatório. Isso faz o impacto de Santo Antônio ser menor. A variação da altura do rio, na parte anterior às turbinas, será de 13,9 m, pouco maior que a cheia natural do Madeira. “Isso é possível porque a turbina bulbo é mais eficiente", explica Andre Morello, engenheiro e coordenador de fornecimento eletromecânico em Santo Antônio. "Com ela, a velocidade natural da água, sem barragens, é suficiente para gerar energia significativa.”

Além disso, um recurso que já está em funcionamento é o sistema de transposição de peixes. Para subir o rio na época da piracema, os peixes passam por um canal construído na Ilha do Presídio, que fica no meio do rio. “Eles são atraídos para lá pela velocidade da água que sai do canal”, explica Morello. “Já a água que sai das turbinas, numa velocidade muito maior que a correnteza natural, não atrai os animais”, diz. O sistema foi testado no Madeira e já está sendo usado pelos animais.

Mesmo com tantos números grandes, Santo Antônio pode aumentar de tamanho. O grupo concessionário, formado por Odebrecht, Andrade Gutierrez, Eletrobras Furnas e outras empresas, submeteu à agência controladora de energia um plano para incluir mais seis turbinas no projeto, o que aumentaria a capacidade de geração para 3.580 MW. O projeto está em análise pela Aneel e pelo Ministério de Minas e Energias.

A energia produzida a partir do dia 28 já será distribuída para o sistema Acre-Rondônia. Os 3 km de linhas que ligam Santo Antônio ao sistema elétrico, também construídos pela concessionária que vai administrar a usina por 35 anos, ficaram prontos há cerca de dois meses. O potencial elétrico brasileiro, um dos diversos gargalos de infraestrutura que o país precisará solucionar nos próximos anos, será um pouco maior nos primeiros dias de 2012 do que foi em 2011 – com um custo ambiental que também olha para o futuro.


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

+ (*.doc) contendo links para novas apresentações. Decio Michellis Jr.


Att

Decio Michellis Jr. | Assessoria Especial de Meio Ambiente | Rede Energia
+55 11 3066-1470 | decio.michellis@redenergia.com | www.redenergia.com

Apresentações e documentos para download


Como Baixar no 4Shared


Ao abrir a pagina click em "Download Now".

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Espere a contagem regressiva, aguarde o tempo necessário.

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Espere que seu Download irá começar.


000 Crônicas da Sustentabilidade 2011 (4ª edição revista e ampliada)   Novo!!!


37 Impasses e Dificuldades Presentes na Aplicabilidade de Projetos de PSA    Novo!!!


36 Os principais riscos e implicações das Usinas a fio d´água: impacto ambiental versus capacidade de geração    Novo!!!


35 Educação e Comportamento: Afetar e Sentir-se Afetado    Novo!!!


34 Riscos Ambientais na Indústria da Energia    Novo!!!


33 Estratégia de Empresas de Energia: Mercado e Políticas Ambientais    Novo!!!

33a SIMULACAO MDL PCHs    Novo!!!
(Planilha que estima o potencial de receita em projeto de MDL para PCH a ser distribuída antecipadamente em formato digital para conhecimento prévio dos alunos)

33b MDL FLUXO CAIXA PCH    Novo!!!
(Planilha que simula fluxo de caixa em projeto de MDL para PCH a ser distribuída antecipadamente em formato digital para conhecimento prévio dos alunos)

33c Apostila “Estratégia de Empresas de Energia:  Mercado e Políticas Ambientais”    Novo!!!


32 Governança Corporativa e Sustentabilidade    Novo!!!
32 Governança Corporativa e Sustentabilidade.ppt
32 Governança Corporativa e Sustentabilidade.pptx


31 Desafios e perspectivas à implementação de tecnologias inteligentes no Brasil    Novo!!!
31 Desafios e perspectivas à implementação de tecnologias inteligentes no Brasil.doc (complemento)
31 Desafios e perspectivas à implementação de tecnologias inteligentes no Brasil.ppt
31 Desafios e perspectivas à implementação de tecnologias inteligentes no Brasil.pptx


30 Investimentos e Perspectivas para a Transmissão e a Distribuição na Copa    Novo!!!
30 Investimentos e Perspectivas para a Transmissão e a Distribuição na Copa.ppt
30 Investimentos e Perspectivas para a Transmissão e a Distribuição na Copa.pptx


29 Mudanças Climáticas e Eficiência Energética    Novo!!!
29 Mudanças Climáticas e Eficiência Energética.ppt
29 Mudanças Climáticas e Eficiência Energética.pptx


28 Preservação do Meio Ambiente    Novo!!!
28 31a SIPAT EDEVP Preservação do Meio Ambiente.ppt
28 31a SIPAT EDEVP Preservação do Meio Ambiente.pptx


27 Tipologias Energéticas    Novo!!!
27 Tipologias Energéticas.ppt
27 Tipologias Energéticas.pptx


26 Áreas Protegidas e Compensação Ambiental
26 REDE ENERGIA VIEX COMP AMB 2011.ppt
26 REDE ENERGIA VIEX COMP AMB 2011.pptx


25 Gerenciamento de Contratos e Riscos nos Leilões de Energia de Fontes Alternativa
25 REDE ENERGIA IQPC BIOMASS 2011.ppt
25 REDE ENERGIA IQPC BIOMASS 2011.pptx


24 O Polêmico Novo Código Florestal, Desenvolvimento e Sustentabilidade
24 REDE ENERGIA UMAPAZ COD FLORESTAL 2011.ppt
24 REDE ENERGIA UMAPAZ COD FLORESTAL 2011.pptx


23 Setor Elétrico e Mudanças Climáticas
23 REDE ENERGIA POLI SEB E MUD CLIMATICAS 2011.ppt
23 REDE ENERGIA POLI SEB E MUD CLIMATICAS 2011.pptx


22 Superação de Entraves no Licenciamento Ambiental de UHEs e PCHs e Reflexos do Fim da Reservação de Água
22 REDE ENERGIA ENERGY SUMMIT 2011.ppt
22 REDE ENERGIA ENERGY SUMMIT 2011.pptx


21 Gerenciamento ambiental e oportunidades aos negócios da empresa
21 REDE ENERGIA COMPLIANCE AMB 2011.ppt
21 REDE ENERGIA COMPLIANCE AMB 2011.pptx


20 Adaptação às Mudanças Climáticas
20 ABTCP ADAPTACAO MUD CLIMA 2011.ppt
20 ABTCP ADAPTACAO MUD CLIMA 2011.pptx


19 Sustentabilidade: como empreendimentos hidrelétricos bons se tornam ruins 
19 ALL ABOUT SUSTENT 2011.ppt
19 ALL ABOUT SUSTENT 2011.pptx


18 Sustentabilidade e Economia de Carbono
18 ALL ABOUT CARBONO 2011.ppt
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17 As Vantagens e Desvantagens da Construção de Usinas Fio d’Água
17 UHEs FIO DAGUA 2011.ppt
17 UHEs FIO DAGUA 2011.pptx


16 Um Olhar Sistêmico da Matriz Energética e da Concorrência Entre Fontes e as Conseqüências Para o seu Planejamento Estratégico
16 MATRIZ ENERG 2011.ppt
16 MATRIZ ENERG 2011.pptx


15 Processo de Licenciamento Ambiental em Hidrelétricas: Como Administrar os Entraves Característicos desse Setor que Podem Atrasar o Andamento dos Empreendimentos
15 LICENC AMB 2011.ppt
15 LICENC AMB 2011.pptx


14 Práticas Socioambientais no Setor Energético – Programas de Eficiência Energética para Baixa Renda
14 AMBIENTA RSE 2011.ppt
14 AMBIENTA RSE 2011.pptx


13 A Tríplice Fronteira da Sustentabilidade no Agronegócio
13 GAL 2011.ppt
http://www.4shared.com/document/NWf5V_ZX/13_GAL_2011.html
13 GAL 2011.pptx
http://www.4shared.com/file/XHgf382d/13_GAL_2011.html


12 Projeções e oportunidades para pequenas e médias centrais hidrelétricas
12 BNAMERICAS PCH 2011.ppt
12 BNAMERICAS PCH 2011.pptx


11 PCHs: Sustentabilidade, licenciamento, mercado de carbono, código florestal e mudanças climáticas
11 PCH 2011.ppt
11 PCH 2011.pptx


10 PorandubaS & Migalhas Energéticas
10 ENERCON 2011.ppt
10 ENERCON 2011.pptx


09 A Economia Verde na Visão do Setor Elétrico
09 ECONOMIA VERDE 2011.ppt
09 ECONOMIA VERDE 2011.pptx


08 Preservação da equação de equilíbrio dos contratos de concessão para remuneração dos investimentos
08 NORMAS CONTABEIS 2011.ppt
08 NORMAS CONTABEIS 2011.pptx


07 Novas formas de fazer negócios a partir das redes inteligentes
07 SMART GRID 2011 Complemento.doc
07 SMART GRID 2011.ppt
07 SMART GRID 2011.pptx


06 Gestão Ambiental e Meio Ambiente
06 UNIESP 2011.ppt
06 UNIESP 2011.pptx


05 Reflexos na Economia da Revisão do Código Florestal no Setor de Energia Elétrica
05 COD FLORESTAL 2011.ppt
05 COD FLORESTAL 2011.pptx


04 Como aplicar e desenvolver projetos de crédito de carbono no setor elétrico de acordo com as decisões tomadas na COP-16
04 IIR CONTRATOS 2011.ppt
04 IIR CONTRATOS 2011.pptx


03 Impactos ambientais da termogeração a gás natural e sua relação com a sustentabilidade
03 THERMAL LATAM 2011.ppt
03 THERMAL LATAM 2011.pptx


02 Sustentabilidade: como empreendimentos bons se tornam ruins
02 HYDRO ENERGY LATAM 2011.ppt
02 HYDRO ENERGY LATAM 2011.pptx


01 As Mudanças climáticas e o controle no licenciamento ambiental dos empreendimentos
01 DIREITO AMB 2011.ppt
01 DIREITO AMB 2011.pptx





003 Gestão da defesa do interesse nacional na matriz energética brasileira
003 GESTAO DEFESA INTERESSE NACIONAL MATRIZ ENERGETICA BRASIL 2010 Apresent.pdf
http://www.4shared.com/document/DBIsCskD/003_GESTAO_DEFESA_INTERESSE_NA.html
003 GESTAO DEFESA INTERESSE NACIONAL MATRIZ ENERGETICA BRASIL 2010.pdf
http://www.4shared.com/document/b9oH759u/003_GESTAO_DEFESA_INTERESSE_NA.html


002 A evolução crescente dos custos socioambientais e a viabilidade econômica das usinas de geração hidrelétrica
002 CUSTOS SOCIOAMB E A VIABIL ECONOMICA DAS USINAS 2008 Apresent.pdf
http://www.4shared.com/document/d0dNtA_A/002_CUSTOS_SOCIOAMB_E_A_VIABIL.html
002 CUSTOS SOCIOAMB E A VIABIL ECONOMICA DAS USINAS 2008.pdf
http://www.4shared.com/document/4QB8rSu6/002_CUSTOS_SOCIOAMB_E_A_VIABIL.html


001 Revisão Tarifária Extraordinária decorrente de significativo desequilíbrio econômico-financeiro por aumento de custos socioambientais não gerenciáveis
001 REV TARIFARIA EXTRAORDINARIA AUMENTO CUSTOS AMB 2007.pdf
001 REV TARIFARIA EXTRAORDINARIA AUMENTO CUSTOS AMB 2007.ppt